Andrew Hussey, escritor britânico a viver em Paris, faz uma nova abordagem a este tema eterno, num artigo que se centra no “improvável cabecilha desta nova revolta popular” – Olivier Besancenot, dirigente do Novo Partido Anticapitalista (NPA). Na disputa eleitoral europeia de Junho próximo, o seu impacto deve ser de uns estatisticamente insignificantes 4,5%. Contudo, como fenómeno cultural, atrai o apoio de celebridades que incluem o jogador de futebol Franck Ribéry e, mais importante, da juventude. “O NPA pode não mudar o mundo”, escreve Hussey, “mas está já a mudar a sociedade francesa.”
França
Besancenot e um novo Maio de 1968
29 maio 2009
Presseurop
New Statesman
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.