"Numerosos políticos romenos têm medo de Monica Macovei, candidata do Partido Democrata Liberal", escreve-se not Româniă Libera. A possível eleição da ex-ministra romena da Justiça, actual conselheira do Presidente macedónio para as questões de corrupção, "reavivaria a questão da corrupção ao mais alto nível", observa o diário de Bucareste. E se os seus adversários gostariam de "escrever um manual de tortura em sua intenção", os socialistas europeus também não estão sossegados. Colocaram a Mulher Europeia 2008 na sua lista dos "Doze mais terríveis candidatos às eleições europeias".
Monica ombreia nessa lista com Silvio Berlusconi, o líder de extrema-direita britânico Nick Griffin e o antigo ministro do Interior francês Brice Hortefeux. "A entrada da Macovei para o PE transtorna os sociais-democratas, porque esta mulher, muito influente em Bruxelas, não tem medo nem do passado, nem do presente, nem da corrupção”, conclui o jornal.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.