Duas semanas após a sua retirada do Executivo, o Partido Social-Democrata (PSD) assinou com os liberais do PNL e o partido da minoria húngara (UDMR) uma moção intitulada "11 contra a Roménia", que visa demitir os 11 ministros do Governo de Emil Boc, do Partido Democrata Liberal (PDL), conta o Cotidianul. A moção de censura apresentada pelos três partidos, que pode aglutinar 274 votos contra 173 do PDL, foi votada a 13 de Outubro. A fim de contrariar esta "votação histórica", os democratas-liberais terão tentado "comprar a traição" dos seus adversários, por cerca de 200.000 euros cada um.
O que se rvelou inútil dado que a moção foi aprovada por 258 votos (um pouco mais que os 236 necessários), acrescenta o diário romeno. A cinco semanas da eleição presidencial de 22 de Novembro, os jogos de poder em Bucareste não são bem vistos em Bruxelas, prossegue o jornal. Em 12 de Outubro, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel DurãoBarroso, acusou com rudeza Bucareste de "ainda não ter designado o seu candidato ao cargo de comissário". No dia seguinte, refere ainda o Cotidianul, "Boc designou in extremis o agrónomo Dacian Ciolos para a pasta da Agricultura".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.