Uma maioria de eurodeputados denunciou , no passado dia 8 de Outubro, a existência de um "problema de liberdade de imprensa em Itália", salienta o diário El Periódico a propósito do controlo exercido sobre os meios de comunicação social pelo primeiro-ministro italiano no país transalpino. No decorrer de um "confronto verbal" entre apoiantes e detractores de Silvio Berlusconi, a direita acusou os promotores da declaração (esquerda, Liberais e Verdes) de utilizarem o Parlamento europeu como palco de uma "manobra política para atacar um adversário político", refere o diário de Barcelona. "Ide protestar para o Irão, seus cobardes, onde a liberdade de imprensa está verdadeiramente ameaçada", respondeu, aos gritos, Mario Borghezio, deputado da Liga do Norte, apoiante de Berlusconi. A maioria dos grupos parlamentares, no entanto, pronunciou-se a favor da elaboração de uma legislação comunitária para "garantir a pluralidade dos meios de comunicação social e limitar a sua concentração".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.