Donald Tusk, demitiu seis ministros, os seus assistentes mais próximos e membros do círculo íntimo da Plataforma Cívica, no poder, diz o Rzeczpospolita. em título. Isto segue-se à saída de outra figura sénior, cabeça do partido parlamentar. Políticos proeminentes da Plataforma Cívica encheram as primeiras páginas dos jornais por diversos dias, desta feita com um escândalo sobre o jogo sujo na preparação de um projecto de lei sobre jogo. O Departamento Central Anticorrupção (CBA), dirigido por Mariusz Kaminski, próximo do partido Lei e Justiça, apresentou alegações de pressões ilegais, apoiadas por gravações de negociações secretas entre dirigentes partidários do poder e operadores dos negócios de jogo. Quanto a Tusk, nega que a remodelação tenha a ver com as acusações contra aos seus ministros.
O anúncio de que aprovará uma comissão parlamentar especial para investigar o escândalo do jogo é uma tentativa, diz ele, de “desanuviar a atmosfera” em torno do seu partido e do Governo e recuperar a confiança pública. “O primeiro-ministro provou ser um líder eficaz, mas os próximos meses mostrarão se é um grande político”, empolga-se o Polska. O Rzeczpospolita considera que o primeiro-ministro abandonou a chamada “política do amor” e entrou na senda da guerra contra a oposição antes da eleição do próximo ano. Entalado pelas alegações do CBA em relação aos seus correlegionários de partido, a sua súbita decisão de fazer rolar a cabeça de Kaminski é comentada menos como uma manobra política do que como a primeira manifestação dessa campanha.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.