A ecologia rompe o ecrã", é a notícia da primeira página do La Croix por ocasião da estreia nas salas de cinema francesas deLe Syndrome du Titanic, (Síndroma do Titanic) filme documental de Nicolas Hulot, o ecologista mais mediático da Hexagone. Discursar para evitar o naufrágio do planeta e da humanidade, o documentário denuncia, por exemplo, o desregulamento climático, a globalização da economia, o excesso de consumo, a exploração de matérias-primas levada ao extremo: Darwin's Nightmare, (O Pesadelo de Darwin), de Hubert Sauper, An unconvienient truth, (Uma verdade que incomoda) de Al Gore (o terceiro documentário mais visto no cinema), We feed the world (Nós alimentamos o mundo), de Erwin Wagenhofer, Lar, de Yann-Arthus Bertrand… "em menos de cinco anos, os documentários consagrados a questões ambientais invadiram as salas de cinema", constata o diário La Croix. Exceptuando este enorme sucesso de bilheteira, o género continua confinado a um nicho de mercado. "Este tipo de filmes corresponde a um micromercado: se não formos Al Gore, Nicolas Hulot ou Yann Arthus-Bertrand, o melhor é sermos inovadores! ", estima a programadora de um festival de cinema ambiental, citada pelo diário francês.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.