Durante a cimeira da zona euro de 26 de outubro, a primeira-ministra demissionária eslovaca, Iveta Radičová, negociou uma exceção para o seu país no reforço de ajuda financeira à Grécia: Bratislava não garantirá a sua participação na ajuda de 109 mil milhões de euros negociada em julho. Radičová, cujo Governo caiu por causa da ratificação do acordo de julho sobre o reforço do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), consegue assim economizar 200 milhões de euros. Mas para o SME “esta exceção não é um bom negócio”. “Temos uma nova tradição”, ironiza o diário. “Sempre que um responsável político eslovaco conseguir atrasar um plano europeu, gaba-se de como e quanto economizou.” “Quanto menos dermos aos gregos, mais teremos de dar aos outros países”, acrescenta o Pravda, que explica que o dinheiro é colocado no fundo de resgate mas não é entregue diretamente à Grécia.
Eslováquia
Nem mais um cêntimo para a Grécia
28 outubro 2011
Presseurop
SME
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.