No dia seguinte à ratificação pelo Parlamento do reforço do Fundo de estabilização financeira (FEEF) e da votação da lei que marca eleições antecipadas para dia 10 de março de 2012, “Fico deixou de ser tabu para a direita”, constata o SME. Este jornal diário explica que Robert Fico, chefe do partido social-democrata SMER, até agora na oposição e aliado dos nacionalistas e populistas, tem agora uma porta aberta para as negociações pós-eleitorais com a coligação dita de centro-direita. “Uma ligação que atravesse o espetro político não é necessariamente incestuosa ou infiel, prevê o SME agora que se perfila uma reviravolta nas alianças que reagruparia os partidários da participação da Eslováquia no FEEF. “Num período difícil, pode mesmo ser uma forma de governar recomendável.”
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.