"O parlamento aprova o fundo de resgate da UE e os empréstimos à Grécia", titula o Times of Malta, na manhã seguinte à votação em que os deputados malteses aprovaram por unanimidade o reforço do fundo europeu de estabilidade financeira (FEEF). Adotado a 21 de julhos pelos dirigentes da zona euro, o reforço do FEEF, destinado em especial a ajudar a Grécia, deverá ser ratificado pelos seus 17 Estados membros para poder entrar em vigor. Segundo este acordo, a contribuição de Malta passa de 398 milhões de euros para 704 milhões de euros. A Eslováquia será o último país a pronunciar-se, a 11 de outubro. O resultado é tão incerto que “a Primeira-ministra ameaça demitir-se” caso o parlamento decida não votar a favor do reforço do FEEF. Como na véspera da votação os partidos da coligação Iveta Radičová ainda não tinham conseguido chegar a acordo, a Primeira-ministra colocou o seu lugar na balança, relata o diário de Bratislava. A participação eslovaca deverá passar de 4,4 para 7,7 mil milhões de euros.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.