Os franceses estão fartos dos seus craques
Da euforia do Mundial 98 ao desamor. Na véspera do França-Roménia para a qualificação para o Campeonato do Mundo do próximo ano na África do Sul, o L’Equipe questiona-se na primeira página se os jogadores da equipa de França não serão "insuportáveis". Isto porque, muitas vezes, as relações entre os "Bleus" [Azuis] e a opinião pública se estão a transformar num fenómeno social.
Mesmo que o seleccionador Raymond Domenech seja uma figura controversa, "a responsabilidade dos jogadores é evidente", estima o diário desportivo, que critica "os que saem do estádio de boné e óculos de sol, sem dirigirem uma palavra ou um gesto aos adeptos". A Federaçao de futebol "multiplica as operações de comunicação, mas sem grandes resultados para já". Inclusivamente, na recente classificação das figuras públicas preferidas pelos franceses, "o primeiro jogador de futebol foi... um jogador reformado:Zinédine Zidane.O que prova que o público francês prefere, acima de tudo, os vencedores".
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.