Poucas verbas para a infância
Portugal é um dos países da OCDE que disponibiliza menos verbas para crianças com idades inferiores a 5 anos, titula o Diário de Notícias. Num relatório intitulado Childhood decides [A infância decide], publicado no passado dia 1 de Setembro, a OCDE - Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico "conclui que, regra geral, a qualidade de vida das crianças é muito inferior à média da dos restantes países desenvolvidos", explica o diário português.Em contrapartida, no que diz respeito aos investimentos públicos destinados a crianças e jovens até aos 18 anos, Portugal pertence ao grupo de países "que investe entre 60 e 70 mil euros por ano", adianta o jornal."Relativamente ao nível de vida por habitante, estes valores não são muito negativos."
O relatório da OCDE "tem por base um amplo conjunto de indicadores, mas nem todos são recentes", como é o caso dos abonos de família, ou das medidas fiscais para os agregados familiares, um domínio em que Portugal se encontra atrasado em relação aos restantes países, explica o Diário de Notícias."As medidas do actual Governo socialista, como o reforço da Acção Social Escolar [apoio distribuído pelas câmaras municipais], não são tidas em conta no relatório."
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.