Comissão puxa as orellhas a GDF-Suez e Eon
"Kroes ataca os gigantes dea energia", titula o diário holandês Trouw. Segunao a comissária europeia p+ara a concorrência Neelie Kroes, as companhias de gás GDF-Suez (France) et Eon (Allemagne) "ocupavam uma posição privilegiada explorando os consumidores ". Por esta razão, a 7 de JUlho multou-os em 553 milhões de euros, a multa mais pesada apliaca ao sector energético. O cambão entre as duas companhias remonta a 1975, data em que se comprometeram a não vender gás nos respectivos mercados nacionais por ocasião de um gasoduto abastecido pela Rússia.
Na altura o acirdo não punha problemas de maior por o mercado da energia ser público.. O problema é ter-se mantido até 2005, após a abertura do mercado do gás nos dois países. Até a directiva europeia determinando a liberalização total do mercado do gás em 2000, foi ignorada pelas duas empresas, a fim de anter os preços ao nível que mais lhes convinha. A comissãria explica que "os consumidores pagaram mais enquanto estas empresas acumulavam lucros excessivos e desrespeitavam a concorrência". Apesar da dimensão da multa, Eon e GDF-Suez "não terão dificuldade em pagá-la", rsublinha o referido jornal , pois no primeiro trimestre de 2009, ambas as companhias declararam lucros brutos de, respectivamente, 3,1 e 5,3 milhares de milhões de euros.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.