Adams apela à reunificação da Irlanda
Gerry Adams, líder do Sinn Féin, o maior partido nacionalista da Irlanda do Norte, voltou a colocar a reunificação das Irlandas na agenda política. Num discurso em Westminster (Parlamento britânico), esta semana, Adams afirmou , entre outras coisas, que os Unionistas da Irlanda do Norte não chegam a representar 2% da população britânica, sem “qualquer representatividade no destino dos assuntos internos do seu país”. Em contrapartida, os Nacionalistas seriam capazes de, com os seus 20% de uma nova Irlanda, “exercer um verdadeiro poder político”.
Ao contrário do que se poderia esperar, este argumento foi pouco sedutor. Davy Adams, antigo elemento da ala paramilitar, argumentou que a insistência do Sinn Féin na reunificação irá “manter o movimento unionista num constante estado de ansiedade”, reavivando o espectro de um regresso aos “confrontos” que o Acordo de Sexta-Feira Santa . A verdade, contrapõe Adams no Irish Times, é que os unionistas da Irlanda do Norte “foram abandonados à sua sorte.” Longe de ser sectário, o Sinn Féin “está empenhadíssimo em trabalhar com os cidadãos nestes subúrbios.”
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.