Polacos não querem concerto de Madonna
Parece que "Nossa Senhora contra Madonna.O ícone pop anti-virgem." O Handelsblatt anuncia os protestos de um fervoroso movimento católico de cidadãos polacos que se opõe à realização do concerto da cantora norte-americana em Varsóvia no próximo dia 15 de Agosto, festa da Assunção de Nossa Senhora. Para os seus opositores, "Madonna representa o anti-ícone da Mãe de Deus […] ao ridicularizar constantemente em palco os símbolos católicos e ao ser absolutamente perversa”, explica o diário alemão. Mas não é certo que estes protestos consigam impedir a realização do concerto. Nem sequer contam com o apoio do presidente conservador, Lech Kazcynski, nota o Handelsblatt, que, no entanto, revela uma outra personalidade polaca que declarou "querer apoiar totalmente os que estão contra o concerto": "Lech Walesa, o ídolo dos trabalhadores".
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.