Calor obriga França a importar energia britânica
Apesar de “ganhar 3 mil milhões de euros por ano com a exportação de electricidade para países como a Grã-Bretanha”, escreve o Times, a vaga de calor que, há alguns dias, tem atingido a França obrigou o fornecedor nacional de electricidade EDF a fechar cerca de um terço dos seus 58 reactores nucleares e a importar energia proveniente da Grã-Bretanha. Com efeito, devido à canícula, a temperatura da água dos rios franceses não permite arrefecer adequadamente os reactores. Num país onde 80% da electricidade produzida é de origem nuclear, o facto representa um verdadeiro problema que, no entanto, não é novo. A este propósito, o Times recorda que "a rede britânica está ligada à rede francesa desde 1986, graças a um cabo instalado sob o Canal da Mancha”.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.