Estónia comemora independência
Dois anos depois de ter sido removida uma estátua de bronze representando um soldado soviético - o que provocou violentos protestos da minoria russa - a Estónia inaugura a sua Estátua da Independência, que celebra a independência adquirida em 1919, em relação à Alemanha. "Com um pouco de esperança, este novo monumento dar-nos-á motivos para esquecermos os nossos desentendimentos", escreve o diário Postimees, evocando a controvérsia sobre o facto de este monumento não representar a visão comum dos cidadãos da Estónia. "Os nossos problemas quotidianos levaram-nos provavelmente a considerar a independência como algo natural. Mas como vivemos num mundo onde o pensamento democrático não é característico de todos os Estados, não temos o direito de esquecer que a liberdade é frágil. Para a preservar, precisamos de ter uma vontade comum."
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.