A caminho de um exército reduzido e profissional
“Missão cumprida”, titula a primeira página do Frankfurter Rundschau, no dia seguinte ao anúncio pelo ministro da Defesa da “suspensão” do serviço militar obrigatório. “O serviço militar deixa de ser obrigatório”, explica o jornal: “Karl-Theodor zu Guttenberg quer por a funcionar um exército de voluntários e reduzir um terço dos efectivos: 163 mil e 500 soldados em vez dos 250 mil” até 2011, explica o jornal. Desta forma, o exército será “mais pequeno, mais barato e mais eficaz”, na opinião do Ministro. Este anúncio suscitou murmúrios no interior da coligação governamental, e, se a proposta for aprovada, esta será a maior reforma militar depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Por agora, a Chanceler Angela Merkel decidiu que o serviço militar continuará a constar na lei Fundamental (Constituição), mas deixará de ser obrigatório.
O jogo dura há cerca de dois anos: Atenas aparenta conformar-se com as exigências dos seus credores e dos seus parceiros, que por sua vez, fingem acreditar nos seus compromissos. Mas, à medida que o espetro do incumprimento se aproxima, o “bluff” grego não pode continuar, estima um editorialista de El Mundo.
A afirmação dos valores nacionais húngaros está no centro do projeto político do primeiro-ministro. Desde o início do ano, esta ambição foi ilustrada em quinze quadros, especialmente encomendados para uma exposição no castelo de Buda.
Desde que o país foi submetido ao tratamento de austeridade do triunvirato FMI-UE-BCE, os portugueses mudaram os seus hábitos de consumo. A crise obriga-os a poupar, mas também a ser mais criativos.