República Checa
O “último moicano” mafioso atrás das grades
29 julho 2010
Presseurop
Hospodářské noviny
Hospodářské noviny, 29 julho 2010
“Pitr preso”, anuncia o Hospodářské Noviny. Procurado há vários anos, este homem de negócios que se tornou “o símbolo das ligações entre o mundo político e o mundo dos negócios e a máfia” foi detido a 26 de julho, na Suíça. Tomáš Pitr, lembra o diário, foi condenado pela justiça checa a cinco anos de prisão por delitos fiscais, mas nunca chegou a cumprir a pena e, desde 2007 que vivia escondido no estrangeiro sob uma nova identidade. Muito próximo do “padrinho” František Mrázek, assassinado em 2006, o homem a quem o jornal Hospodářské Noviny chama “o último moicano” poderá, no caso de ser entregue à justiça checa, constituir uma importante fonte de informação sobre muitos escândalos político-financeiros.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.