Cardeal irlandês consulta Espírito Santo
Na sequência das alegações de abusos sexuais contra crianças, que têm abalado profundamente, a Igreja Católica irlandesa, o primaz de toda a Irlanda está "envergonhado", escreve o Irish Times. No seu discurso do Dia de São Patrício aos fiéis, na Catedral do mesmo nome, em Armagh, o Cardeal Sean Brady falou do seu papel nas indagações sobre alegações de violação de crianças, em 1975. No decorrer dessas indagações, duas vítimas foram obrigadas a assinar um voto de silêncio.
O Cardeal Brady pediu desculpa por "não ter sido capaz de afastar definitivamente o padre (acusado) do exercício do seu ministério" e por não "ter informado as autoridades civis das alegações". Segundo o diário de Dublin, face aos pedidos insistentes para que se demita do cargo, o Cardeal tenciona dedicar as próximas semanas a "reflectir sobre o que ouviu daqueles que tinham sido vítimas de violação e a discernir qual é a vontade do Espírito Santo."
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.