A ETA já é um problema da França
"Este assassínio muda tudo" e "nada será como dantes" para a ETA em França, comenta El Correo, dois dias depois do assassínio de um polícia francês por um grupo de terroristas bascos perto de Paris. Os bascos sublinham que esta morte – a primeira deste tipo em França – "coloca uma grande questão à ETA" pois, agora, a luta contra a organização passa a ser "um assunto prioritário para o Estado francês". El Correo lembra a este propósito que, em 1988, as autoridades francesas reagiram ao assassínio de dois guardas pelo grupo basco francês Iparretarrrak "desmantelando-o completamente no espaço de poucos meses". O jornal espera que a sociedade francesa revele uma "maior sensibilidade" na luta contra a ETA et que exija uma "acção eficaz" do Governo.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.