Bélgica não gosta de relatório sobre o Congo
Enquanto a Bélgica e a sua antiga colónia renovam com perícia as suas relações, um relatório esmagador das Nações Unidas, sobre os abusos cometidos pelo exército da República Democrática do Congo (RDC) pode pôr em risco o processo, escreve o De Morgen. O relatório, que deverá ser apresentado amamhã no Conselho dos Direitos do Homem da ONU, afirma que “membros do exército governamental, da polícia e dos serviços secretos são responsáveis por execuções e prisões arbitrárias, violência sexual, tortura, trabalhos forçados e abusos” e que as autoridades congolesas nada fazem para alterar a situação que se agrava de ano para ano. O relatório aparece pouco depois de o rei Alberto II ter manifestado o desejo de ir à RDC assistir às celebrações dos 50 anos de independência daquele país africano (a 20 de Junho) e de o Ministro da Defesa ter propostos que fossem convidados militares congoleses para assistirem às celebrações do dia nacional da Bélgica, a 21 de Julho.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.