Yanukovych seduz UE
A integração na União Europeia continua a ser uma prioridade, anunciou Viktor Yanukovych, Presidente da Ucrânia, durante a sua primeira visita oficial a Bruxelas. Para o diário polaco, Dziennik Gazeta Prawna, o líder ucraniano não tem outro remédio senão manter laços estreitos. A EU não só é o principal parceiro comercial da Ucrânia (o investimento directo da UE na Ucrânia é quarto vezes superior ao da Rússia), como também pode ajudar Kiev a garantir os empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI) e a exercer pressão sobre Moscovo em matéria de energia. “Vista no Ocidente como pró-moscovita, a declaração de Yanukovych foi um sinal importante para Bruxelas”, refere o diário. A UE tem os olhos postos na Ucrânia para ver se esta aceita a oferta do Kremlin, de uma união aduaneira com a Rússia, Cazaquistão e Bielorrússia, ou se continua as suas negociações com Bruxelas sobre o acordo de comércio livre que, segundo o DGP, poderá ser celebrado no final de 2010.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.