UE oferece vitória jurídica aos palestinianos
"Este dia 25 de Fevereiro será especial para todos os militantes pró-palestinianos", escreve o jornal de Bruxelas Le Soir. O Tribunal Europeu de Justiça (TEJ) pronunciou-se no sentido de que os produtos originários das colónias israelitas estabelecidas nos territórios palestinianos ocupados não possam continuar a beneficiar do regime aduaneiro de excepção, acordado por Israel, em virtude do seu acordo de associação com a UE. "Este acórdão poderá constituir jurisprudência", comenta o diário belga. "Há muito que este processo, dito ‘da regra de origem’ envenenava as relações entre a Europa e Israel". No dia 8 de Dezembro de 2009, lembra o jornal, os 27 recordaram também "que reconheciam como fronteiras do Estado hebreu as dos diversos cessar-fogos de 1949". E estas excluíam os territórios ocupados desde 1967, onde se instalaram 276 empresas israelitas, "desde PME a multinacionais", adianta Le Soir.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.