Hospitais britânicos: locais a evitar!
Saíram impunes os gestores de topo responsáveis por um dos piores e recorrentes escândalos em hospitais do serviço britânico de saúde, que registou 1200 mortes de pacientes. The Daily Telegraph traz esta informação na primeira página, na sequência da publicação de um relatório sobre as condições do Hospital de Stafford, na região de West Midlands, investigadas depois de as queixas dos residentes terem sido apoiadas por estatísticas que mostram uma taxa de mortalidade alarmante. O relatório dá conta de pacientes “deixados em lençóis sujos” e às mãos de “pessoal hostil”. “Tiveram de ser as próprias famílias dos pacientes a lavar os sanitários e as áreas públicas. Os alimentos e bebidas eram deixados fora do alcance dos doentes e houve quem denunciasse que alguns doentes chegaram a beber água de vasos de flores”, lê-se neste documento. Nenhum dos executivos que presidiram a este desastre foi censurado. Todos “saíram com uma indemnização, foram para outro emprego ou permaneceram no cargo”, tendo o anterior executivo principal recebido “uma pensão no valor de 1,27 milhões de libras (1,44 milhões de euros)”.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.