Espanha quer super telescópio
Depois de o Chile ter anunciado, na semana passada, a sua intenção de oferecer um local para instalação do E-ELT (European Extremely Large Telescope), o Publico noticia que o Ministério da Ciência e Inovação espanhol se apressou a apresentar uma proposta competitiva para "obter o maior telescópio do mundo". Um dos aspectos inovadores do dispositivo, concebido pelo lObservatório Europeu do Sul (ESO), "será a sua capacidade de ver a luz reflectida por planetas exteriores ao sistema solar – uma característica que poderá ajudar a descobrir vida ou água nesses planetas". O projecto também representa um enorme investimento, que "trará centenas de empregos e milhões de euros à região onde for construído". As duas localizações possíveis para o telescópio são a colina de Armazores, no Chile, e Roque de los Muchachos em Palma (Ilhas Canárias). No entanto, segundo fontes do ESO, a localização espanhola poderá apresentar alguns problemas técnicos. A Espanha deverá concluir a sua proposta até finais de Fevereiro, nos dias que antecedem a reunião, em 2 e 3 de Março, dos "14 membros do ESO, entre os quais se inclui a Espanha, para escolher a localização definitiva do telescópio".
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.