Comunidade somali enfrenta os muçulmanos
Para fazer face à doutrinação e ao controlo social levado a cabo pelos fundamentalistas somalis em várias cidades (nomeadamente em Copenhaga, Arhus, Aalborg e Odense), a Somalisk Netværk i Danmark (Rede Somali da Dinamarca) enviou à Ministra da Integração, Birthe Rønn Hornbech, uma série de propostas que visam assegurar a integração dos jovens somalis na sociedade dinamarquesa, conta o Politiken. Num longo artigo, o diário dinamarquês explica que, segundo o presidente da Rede, Mohamed Gelle – ele próprio vítima de uma fatwa – um grupo de cerca de 20 jovens muçulmanos somalis, muito activos, lançaram uma campanha para recrutarem outros jovens, seus compatriotas, para grupos próximos da Al-Qaida, com base em pressões exercidas sobre as famílias (na Dinamarca e na Somália) e no ensinamento de um Islão radical. Na Dinamarca vivem, actualmente, 16.700 somalis.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.