O escudo anti-míssil ressurge na Roménia
“Contra quem nos protegerá o escudo antimíssil?”, pergunta o România Liberă, um dia depois do Supremo Conselho de Defesa ter aprovado a instalação de interceptores norte-americanos em território romeno, a partir de 2015. Foi Barack Obama, lembra o diário, que “convidou Bucareste a participar na fórmula de revisão do escudo americano”. Esta reorientação do plano americano vai permitir “aumentar consideravelmente o nível de segurança do país”, assegura o Presidente romeno Traian Băsescu. As instalações não serão “dirigidas contra a Rússia”, precisou. O România Liberă explica que o antigo projecto de bases na Polónia e na República Checa, abandonado no Outono do ano passado, não era viável porque estar “situado muito próximo do enclave russo de Kaliningrad”. Em contrapartida, “os responsáveis americanos fizeram propostas concretas a Moscovo para que a Rússia seja incluída no projecto de escudo global, destinado a fazer face a eventuais ameaças vindas do Irão e da Coreia do Norte”.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.