Caricaturista de Maomé ajuda Haiti
A estação de televisão pública dinamarquesa TV2 pediu ao desenhador Kurt Westergaard, autor de uma das controversas caricaturas de Maomé, em 2005, que fizesse um desenho para ser vendido, em leilão, a favor das crianças haitianas vítimas do tremor de terra. Mas a venda não chegou a realizar-se, explica o diário dinamarquês Jyllands-Posten, porque a leiloeira on-line Lauritz.com recusou a obra. Westergaard, recorde-se, escapou já a várias tentativas de assassinato.
A Lauritz.com, que justificou a recusa em nome da segurança dos seus empregados, atraiu muitas críticas, entre as quais as do próprio Governo da Dinamarca. O desenho foi, finalmente, posto à venda pela galeria Draupner, que trabalha há muito tempo com Westergaard. O lance mais elevado, até agora, é de 75 mil coroas (10 mil euros).
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.