Quatro meses infiltrada entre os populistas
Depois de ter passado quatro meses, sob falsa identidade, dentro do PVV (Partido para a Liberdade), como estagiária, a jornalista do semanário HP/De Tijd, Karen Geurtsen, publica a primeira de três reportagens sobre o partido xenófobo de Geert Wilders. Geurtsen, que conseguiu fazer parte da equipa de Wilders sem nenhum problema, quis “investigar a perigosidade” do partido do homem mais controverso da Holanda. Nesta primeira parte de “Diário do PVV”, a revista publica uma primeira revelação: Wilders terá admitido, internamente, que a sua proposta apresentada em Setembro do ano passado, para que as mulheres que usam véu tivessem de pagar uma taxa, ia longe de mais, coisa que se apressou a desmentir. A iniciativa do semanário não provocou, apenas, reacções positivas: alguns leitores acusam-no de “espionagem infantil” para atrair leitores e de praticar um “jornalismo de sarjeta”, enquanto que o seu concorrente NRC Next denuncia a falta de deontologia.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.