Reeducar os terroristas presos
Nos últimos anos, sete muçulmanos dinamarqueses foram condenados por terem planeado actos terroristas. Mas a sociedade dinamarquesa ainda não encontrou um meio de os impedir de, depois de libertados, continuarem a praticar actividades radicais. Por isso, o Governo "quer reeducar os terroristas",anuncia o Politiken, na primeira página. Este diário explica que a coligação de liberais e conservadores pretende que estes sigam um "programa de saída", para os fazer mudar de opinião em relação à violência. O programa incluiria, por exemplo, visitas de imãs que lhes explicariam que o terrorismo não é a solução, precisa o deputado conservador Naser Khader: "Temos de reconhecer que poderemos encontrar-nos perante um novo problema, quando as pessoas julgadas por terrorismo saírem da prisão", declarou ao Politiken. O Partido do Povo Dinamarquês (extrema-direita) e os sociais-democratas apoiam a proposta.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.