Bucareste quer taxar a “junk food”
O Governo romeno anunciou a introdução de uma taxa sobre a “junk food” com o objectivo de financiar o sistema de saúde e a luta contra a obesidade. A medida, que deverá entrar em vigor a partir de Março, está a suscitar grande controvérsia. Assim, o Evenimentul zilei afirma que, para ser eficaz, a taxa “devia ser acompanhada por uma campanha educativa e pela baixa de preços dos alimentos sãos”. E há, ainda, o risco de aumento de número dos estabelecimentos comerciais sem licença (cerca de metade) “que não respeitam, necessariamente, os níveis de qualidade e higiene impostos às grandes cadeias”, com consequências ainda mais nefastas para a saúde da população. O România Liberă defende , pelo contrário, que a diminuição de consumo de junk food “poderá salvar milhares de vidas” neste país, em que um quarto da população sobre de obesidade, o consumo de hambúrgueres, bebidas gasosas, snacks e outras guloseimas regista o maior crescimento da Europa Central e Oriental.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.