Questionário às hemorróidas dos assessores
Bebe? Fuma? Tem hemorróidas? Quando foi que teve a última menstruação? Desde o Verão passado – ou seja, desde que deixaram de ser contratados pelos respectivos deputados e passaram a sê-lo pelo Parlamento Europeu –, os 1500 assessores dos eurodeputados são obrigados a responder a estas perguntas, escreve o Frankfurter Rundschau. A recolha de amostras de urina e sangue, os exames radiológicos e os electrocardiogramas, ainda vá. Mas o questionário íntimo é de mais, adianta, com indignação, este diário alemão, que põe em causa o interesse de saber se um assessor parlamentar sofreu de uma das doenças constantes de uma lista que inclui cerca de 40, se os seus familiares sofrem de hipertensão, cancro ou doenças mentais ou se o próprio já consultou um neurologista, psiquiatra ou psicoterapeuta (e, em caso afirmativo, qual o motivo da consulta, nome e morada do especialista).
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.