A Roménia declara a vacina não segura
“Vacina contra a pandemia proibida a menores de 16 anos”, é título do Evenimentul Zilei. A campanha de vacinação contra a gripe A/H1N1 começa no dia 27 de Novembro na Roménia, mas com esta precisão importante. Porque, para já, enquanto decorre o debate sobre a inocuidade da vacina em vários países, as autoridades de Bucareste são as únicas a reconhecer que “os estudos clínicos em crianças estão apenas a começar, e não estarão prontos antes de Janeiro de 2010”. A vacina utilizada, que foi desenvolvida em Bucareste pelo Instituto Cantacuzino, não inclui nenhum aditivo, “porque também eles teriam de ser testados” – é, pois, uma vacina pura. Em 26 de Novembro, estavam recenseados pouco mais de 2.700 casos confirmados de gripe A/H1N1 e duas mortes, em 22 milhões de habitantes.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.