Boa educação é um direito, diz a rainha
O que é uma boa educação? Terá que ver com conhecimentos científicos, com a capacidade para arranjar emprego ou com ser tão bem-nascido como a rainha de Inglaterra? As opiniões variam muito mas, segundo The Daily Telegraph, o Governo britânico decidiu pôr ordem nas coisas. No seu discurso anual ao Parlamento [hoje, quarta-feira, 18 de Novembro], a rainha Isabel II revelou o plano do nosso [plural majestático] Governo no sentido de estabelecer um conjunto de "garantias" de que beneficiarão pais e alunos. Estas incluem "alimentação saudável, estilos de vida activos e bem-estar mental". O diário londrino escreve que os pais "poderão apresentar directamente queixa ao Provedor de Justiça das administrações locais se as escolas e as administrações não respeitarem essas garantias". Também poderão processar as escolas, "como último recurso". A Associação de Dirigentes de Escolas e Colégios (ASCL) criticou o plano."Os corpos dirigentes das escolas estão muito preocupados com a possibilidade de os pais mais conflituosos transformarem essas ‘garantias’ numa ‘cartilha’ para os que protestam por tudo e por nada".
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.