À falta de estradas, os romenos vão de avião
"Os únicos romenos contentes por não termos auto-estradas nem TGV são os pilotos de avião", escreve o Gândul. Num país com uma superfície de 238 000 quilómetros quadrados, que tem apenas três auto-estradas dignas desse nome e nenhuma linha de comboio de alta velocidade, o tráfego aéreo está em plena expansão.
"Os 17 aeroportos do país registaram a passagem de 9,1 milhões de pessoas e um volume de negócios de mais de 600 milhões de euros", refere o diário de Bucareste. "Melhores infra-estruturas ferroviárias e rodoviárias teriam significado um desenvolvimento menos significativo do sector aéreo", congratula-se o director do Departamento de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Catalin Radu. "Os 6 ou 7 anos ainda necessários para acabar de construir as infra-estruturas terrestres representam uma verdadeira oportunidade para os aeroportos."
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.