Tribunal decide quem é judeu
O Supremo Tribunal do Reino Unido foi chamado a decidir quem pode ser "formalmente considerado judeu", relata o Guardian. O caso diz respeito à controversa política de matrículas da escola judaica Jews' Free School (JFS), em Kenton, Londres, que se recusou a admitir um aluno, educado na religião judaica, sob o pretexto de que a mãe do aluno não era judia. Uma decisão anterior do Supremo Tribunal, fundamentada na legislação que considera os judeus como minoria não só étnica, mas também religiosa, tinha já julgado a aplicação do crit´rio da matrilinearidade (ascendência da mãe)o feita pela JFS da regra de descendência matrilinear foi no sentido de uma inaceitável discriminação racial. The Guardian nota que o Supremo Tribunal de Justiça terá ainda de decidir se a “legislação que protege as minorias” deverá aplicar-se na condenação de tradições judaicas e questiona em editorial se não “seria preferível separar a questão das matrículas nas escolas das questões de fé e, desse modo, separar direito e religião”.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.