UE reforça luta contra a Sida
100 mil novos casos de Sida todos os anos na Europa. Dois milhões de seropositivos, 730 mil dos quais dentro da União Europeia. Estes números, referentes a 2001/2007, divulgados pela comissária europeia da Saúde, Androulla Vassiliou, "são a prova de que esta epidemia, longe de se extinguir, aumenta constantemente, nomeadamente nos países industrializados", comenta o La Stampa.
A Comissão Europeia decidiu, por isso, relançar uma campanha de informação e de prevenção. Os esforços irão centrar-se, sobretudo, nos países da Europa de Leste, onde a situação é mais preocupante – na Rússia, foram registados cerca de um milhão de novos casos, 1,1% da população. Pretende-se, assim, promover a realização de rastreios do vírus. Na UE, 30% das pessoas infectadas desconhece ter contraído a doença e continua a transmitir o vírus involuntariamente. Uma percentagem que atinge os 70% em alguns países de Leste, como é o caso da Ucrânia, da Moldávia e da Rússia.
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.