Alunos franceses pagos para irem às aulas
Entre o pau e a cenoura, o Governo francês escolhe a cenoura. Mas não é qualquer uma. Desde 5 de Outubro, três liceus profissionais dos subúrbios parisienses experimentam um sistema de estímulo financeiro na luta contra o absentismo escolar. Por outras palavras: é- atribuído um dinheiro de bolso aos alunos de 2.000 euros por aula e, se derem prova de assiduidade, pode atingir 10.000 euros no final do ano. Esse dinheiro será utilizado na compra de material informático, na viagem de curso, etc. A notícia desencadeou o protesto dos encarregados de educação e dos sindicatos dos professores, relata o Libération. Uma reacção justificada, na opinião do diário francês, que denuncia uma medida que "atinge velhos princípios republicanos, segundo os quais a escola e o saber não são uma mercadoria".
Com a crise do desemprego, os jovens lituanos fazem o que outrora fizeram os seus antepassados: emigram. São dezenas de milhares que abandonam o país à procura de uma vida melhor, sobretudo nas Ilhas Britânicas e na Escandinávia, relata o semanário Veidas.
A reunião do Eurogrupo de 9 de fevereiro não bastou para afastar o espetro da falência grega. Se Atenas é em grande parte responsável pela crise, a UE e os seus parceiros também não estão isentos de responsabilidades. A sua mensagem confusa e falta de estratégia transformaram um problema solúvel num caos explosivo, escreve La Stampa.
Para evitar o risco de sair da zona euro, Atenas consentiu novas medidas de austeridade, mesmo em cima de uma reunião do Eurogrupo. Uma alternativa que os políticos locais não souberam evitar, lastima To Vima.