Simon Jenkins
Simon Jenkins, nascido em 1943, é jornalista e escritor. Escreve uma coluna bissemanal para The Guardian e outra semanal no Sunday Times; faz ainda outra na rádio da BBC. Anteriormente, escreveu colunas para o Times e o London Evening Standard, ambos jornais onde foi editor.
Apesar de a maioria dos escoceses rejeitar uma rutura completa com o Reino Unido, é a favor de uma forma de autonomia que inclui a possibilidade de criar os seus próprios impostos. Os ingleses relutantes deviam aceitar isso, argumenta Simon Jenkins.
O iminente incumprimento grego empurrou uma UE arrogante e ultra-autoritária para um ponto de viragem. E o regresso a uma dimensão nacional é o resultado previsível, escreve um colunista britânico.
França e Alemanha mitigam com sucesso a crise da zona do euro, mais uma vez. Mas uma união monetária que bloqueia os Estados membros em um tamanho único de política económica é um desastre para acontecer, argumenta um colunista britânico.
Depois de um séc. XX turbulento, a Alemanha surgiu como a potência económica e política europeia. E a renovação de Berlim, a capital, simboliza o seu novo papel como líder de uma União Europeia cada vez mais integrada.
Os acontecimentos no Egito são empolgantes para todos os amantes das liberdades civis, reconhece o colunista Simon Jenkins do Guardian. Mas dado o seu historial de intervenções fúteis e sangrentas por todo o mundo, o Ocidente deve pensar duas vezes sobre intrometer-se quando Estados muçulmanos lutam pela autodeterminação.