Arnon Grunberg
Arnon Grunberg, nascido em 1971, é o escritor holandês mais brilhante da sua geração, publicado em mais de 20 países. Na Holanda, foi galardoado com o Gouden Ezelsoor (prémio nacional de melhor escritor revelação) pelo seu primeiro romance, Blauwe maandagen (A tristeza da segunda-feira, 1994), com o Libris Literatuurprijs pelo romance Tirza (2006) e duas vezes com o Ako literatuurprijs pelo romance Fantoompijn (Dor fantasma, 2000) e De Asielzoeker (O pássaro está doente, 2003), não publicados em Portugal. Arnon Grunberg vive em Nova Iorque, mas escreve regularmente na imprensa holandesa: grandes reportagens, nomeadamente no Afeganistão, no Iraque, ou em Guantánamo e, desde a primavera de 2010, um artigo diário na primeira página do Volkskrant.
A 30 de abril, a Rainha Beatriz da Holanda abdicou a favor do seu filho Willem-Alexander. Uma vez que a monarquia não tem poder político e custa muito dinheiro, o autor Arnon Grunberg propõe que a família real seja substituída por atores profissionais, que farão o mesmo trabalho pesando muito menos no dinheiro dos contribuintes.
O escritor holandês Arnon Grunberg precisou de se instalar em Nova Iorque para se sentir europeu. Na sua família têm sido frequentemente o exílio e o expatriamento a construir a identidade familiar. Uma história que hoje vale para muitos de nós.