Gideon Rachman
Após 15 anos a trabalhar na revista The Economist, Gideon Rachman juntou-se, em Julho de 2006, à equipa do Financial Times, onde publica uma crónica semanal. Tem ainda um excelente blog sobre a política externa americana, a Europa e a globalização.
Enquanto a crise financeira continua a fustigar o Ocidente, a ideologia dominante do liberalismo triunfante de mercado livre colapsa. Mas quais são as novas tendências políticas que estão a aparecer? Conseguirão vingar? Perguntas de Gideon Rachman.
A chegada de um Governo tecnocrata à Grécia e a Itália pode acalmar o nervosismo dos mercados, mas também pode ser um incentivo para os partidos populistas que apontam o défice democrático no seio da UE, argumenta Gideon Rachman.
Tanto a UE como os Estados Unidos têm tentado resolver a crise económica com os seus próprios, e diferentes, meios. Um erro enorme, defense Gideon Rachman, já que os problemas são essencialmente os mesmos.
Enquanto representantes de 40 países e organizações internacionais se reúnem em Londres para chegar a um consenso sobre a Líbia, depois de Kadhafi, o colunista Gideon Rachman do Financial Times argumenta que a guerra terá repercussões que vão muito além do destino do ditador líbio.
Após a fuga, para a imprensa internacional, de mais de 90 mil documentos relacionados com a guerra no Afeganistão, são escassos os indícios de que o país esteja em vias de estabilização. O Ocidente bem poderia pôr de lado a estratégia de contra insurreição ali aplicada e centrar-se no contraterrorismo.
A Europa ganhou algum tempo com a operação de salvamento do euro, que custou 750 mil milhões de euros. Mas o problema a longo prazo mantém-se.
Há quem argumente que, fortalecida pela aprovação do Tratado de Lisboa pela Irlanda, a União Europeia poderá estar agora em vias de se transformar numa superpotência mundial. O meio para concretizar essa ambição é a nova plataforma oferecida pelo G20, escreve Gideon Rachman no Financial Times.
Consolidée par le oui irlandais au traité de Lisbonne, l'Union européenne serait désormais sur le point de se transformer en superpuissance planétaire. Pour cela, elle peut se servir de la nouvelle tribune internationale, espère l'éditorialiste du Financial Times Gideon Rachman.