Timothy Garton Ash
Timothy Garton Ash é professor na Universidade de Oxford, onde dirige o centro de estudos europeus do St. Antony’s College. Este historiador e politólogo escreve uma crónica semanal no diário The Guardian. Publica, regularmente, artigos em The New York Review of Books, além de colaborar com The New York Times e The Washington Post. Três dos seus livros estão publicados em Portugal: "O dossier: uma história pessoal", "História do Presente" (ambos na Editoral Notícias) e "Free World-a América, a Europa e o futuro do Ocidente" (na Alêtheia). "Fact are subversive" (2009) é o seu último livro publicado em inglês. Consulte o site timothygartonash.com.
Passámos os anos depois dos ataques a solo norte-americano focados nas ameaças terroristas e nas guerras no Afeganistão e no Iraque. Mas não reparámos na verdadeira mudança global: a lenta mas imparável subida da China, escreve o TGA.
A crise da dívida europeia é um alvo fácil para o investimento externo chinês. Por isso, precisamos de perceber que espécie de poder se está a tornar a China, escreve Timothy Garton Ash.
Por ocasião dos 150 anos da unidade italiana, em 17 de março, o historiador e editorialista britânico Timothy Garton Ash traça um retrato pouco lisonjeiro do “bel paese”… e da Europa.
A União Europeia proporciona aos seus cidadãos um alto grau de segurança, prosperidade, liberdade e bem-estar social mas, na cena mundial, é uma entidade de segundo plano. Para poder escapar ao seu estatuto de "Grande Suíça", é fundamental que a Irlanda aprove o Tratado de Lisboa, defende Timothy Garton Ash.