Ciência e Ambiente
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Orçamento da UE: Cientistas de renome contra cortes
23 outubro 20126327PresseuropGazeta Wyborcza -
Grécia: Atenas conta com o petróleo, o gás e o ouro para sair do marasmo
15 outubro 20121627PresseuropLe Monde, La Tribune -
República Checa: Jogadas russo-americanas para a central de Temelín
11 outubro 20125311 Ekonom Praga -
Energia nuclear: As centrais estão ultrapassadas, fechemo-las!
5 outubro 201217624 Frankfurter Rundschau Frankfurt -
Nuclear: Quem garantirá a segurança das centrais?
3 outubro 20121355PresseuropLe Monde, Trouw, Die Welt -
Hidrocarbonetos: Tensões entre a UE e a Gazprom inquietam a Ásia central
25 setembro 2012411PresseuropLe Temps -
Europa Central e de Leste: Bruxelas ataca monopólio da Gazprom
5 setembro 2012293PresseuropFinancial Times Deutschland, Financial Times Deutschland, Adevărul -
Alemanha: O adeus ao nuclear ressuscita o carvão
5 setembro 201248692 Wprost Varsóvia -
Bioética: Tribunal de Estrasburgo retoca a lei italiana sobre reprodução assistida
29 agosto 2012493PresseuropLa Stampa, Gazeta Wyborcza -
Energia nuclear: Fissuras em reatores belgas: as autoridades sabiam
23 agosto 2012533PresseuropDe Morgen -
Energia nuclear : Reatores europeus sob vigilância
10 agosto 20121101PresseuropLa Tribune, Le Monde -
Energia renovável: Seria fácil dar um empurrão à economia
9 agosto 201217814 NRC Handelsblad Amesterdão -
Energia: Nuclear fora de moda na Europa Central
2 agosto 20128013PresseuropHospodářské noviny -
Comissão Europeia: UE quer facilitar ensaios farmacêuticos
18 julho 2012938PresseuropBerliner Zeitung -
Economia: A Europa hi-tech não tem de se envergonhar
17 julho 20124113PresseuropLe Monde -
Polónia: Reclamar benefícios para fábrica de carvão que nunca existiu
12 julho 2012352PresseuropEurActiv.com -
Biocombustíveis: Bruxelas precisa de rever a sua política
29 maio 20121389 Respekt Praga -
Gás natural: Gás de xisto com fraca cotação
10 maio 20122568 Gazeta Wyborcza Varsóvia -
Ambiente: Estatísticas pouco claras na batalha contra o CO2
20 abril 20121334 The Guardian Londres -
Alimentação: A soja transgénica ganha terreno
18 abril 20121201PresseuropFrankfurter Rundschau -
Líbia: Inquérito ameaça petrolíferas europeias
10 abril 20121041PresseuropCorriere della Sera, The Wall Street Journal Europe -
Alemanha: Eclipse na energia solar
4 abril 201227613 Der Spiegel Hamburgo -
Reino Unido: Petróleo, vento e uísque são as joias da Escócia
29 março 201234625 The Observer Londres -
Reino Unido: Petróleo, vento e uísque são as joias da Escócia
29 março 201234625 The Observer Londres -
Europa central: Eólicas alemãs causam turbulência
23 março 2012938PresseuropFinancial Times Deutschland, Financial Times Deutschland -
Polónia: Fim do El Dorado de gás de xisto?
22 março 2012841PresseuropDziennik Gazeta Prawna, Rzeczpospolita -
África: Combustíveis verdes não matam a fome
15 março 201211147 La Repubblica Roma -
Ambiente: Por que a Polónia diz não à política climática da UE
12 março 20129519 Gazeta Wyborcza Varsóvia -
Areias betuminosas: A UE curva-se perante o lóbi do petróleo
1 março 20123947 Trouw Amesterdão -
Energia nuclear: Centrais francesas têm de ser reforçadas
4 janeiro 2012183PresseuropLe Figaro -
Holanda: Segunda central nuclear terá de esperar
23 dezembro 20111PresseuropNRC Handelsblad -
Aquecimento global: A UE não aquece nem arrefece
13 dezembro 20111262 Público Madrid -
Alterações climáticas: A Europa tem de mudar de atitude
8 dezembro 20111233 Trouw Amesterdão -
Alterações climáticas: A Europa prepara-se para um ‘triplo salto mortal’ em Durban
28 novembro 20111PresseuropIl Sole-24 Ore -
Poluição: Uma bomba-relógio sob os mares do Norte
16 novembro 20119582 Trouw Amesterdão -
Gás natural: Gazprom instala-se na Europa
8 novembro 2011492PresseuropLe Monde -
Itália: Redes ilegais em águas italianas
31 outubro 2011119 La Repubblica Roma -
Transporte fluvial: O Danúbio está a secar
26 outubro 2011161 NRC Handelsblad Amesterdão -
Polónia: Gás de xisto, combustível de emprego
25 outubro 20111PresseuropDziennik Gazeta Prawna -
Bioética: Não há patentes para as células estaminais
19 outubro 2011PresseuropDie Presse -
Espanha: Nuclear sim, mas lá fora
4 outubro 2011941 El País Madrid -
Gás: Ataque da UE contra parceiros da Gazprom
29 setembro 20111PresseuropDie Presse -
Mediterrâneo : Aumenta a tensão do gás
20 setembro 2011PresseuropPolitis -
Roménia: Armazenamento de resíduos, um assunto radioativo
8 setembro 20111401 Le Monde Paris -
República Checa: Objetivo: o núcleo nuclear da Europa
8 setembro 20111PresseuropHospodářské noviny -
Alimentação: Mel OGM proibido na Europa
7 setembro 2011291PresseuropDie Tageszeitung -
Ambiente: Mudar as lâmpadas é uma ideia pouco brilhante
31 agosto 201116713 Dagens Nyheter Estocolmo -
Líbia: A corrida ao petróleo já começou
24 agosto 20111PresseuropDie Presse -
Energias fósseis : Europa redescobre o carvão
4 agosto 20111692 La Stampa Turim -
Industria alimentar : Os grandes responsáveis safaram-se uma vez mais
14 julho 2011115 The Times Londres
Os projetos de novos reatores nucleares são cada vez mais raros na Europa. O que torna o de Temelín ainda mais interessante. Russos e americanos envolvem-se numa competição que mobiliza dirigentes políticos, lobistas e serviços secretos.
Os resultados dos testes de resistência realizados pela UE fornecem mais razões do que as necessárias para encerrar os velhos reatores. Mas a Comissão não tem a coragem de seguir o exemplo da Alemanha e prefere apostar em modernizações dispendiosas, lamenta o Frankfurter Rundschau.
Normas energéticas mais estritas seriam não apenas benéficas para o ambiente, mas favoreceriam igualmente a competitividade da Europa. Os dirigentes parecem não ter consciência disso, lamenta um ecologista holandês.
Para atingir os seus objetivos em matéria de redução das emissões de CO2, a UE incentiva a exploração de biocombustíveis em terrenos agrícolas. Mas esse incentivo leva a que as culturas destinadas à alimentação e a poluição sejam transferidas para os países em desenvolvimento. Por conseguinte, a Comissão seria forçada a alterar constantemente a regulamentação nesta matéria.
França, Bulgária, Roménia e República Checa decidiram suspender a exploração das suas jazidas, por razões ambientais. Embora a UE esteja a ser pressionada a seguir essa via, a Polónia pode ser o último país a abandonar este recurso.
O plano da UE para reduzir as emissões de CO2 é elogiado como o esquema mais ambicioso do género. Mas critérios pouco claros e uma contabilidade duvidosa põem em dúvida o êxito das medidas tomadas até agora.
Foi um dos motores da renovação energética alemã. Mas a Q-Cells, a quarta maior especialista em energia fotovoltaica da Alemanha, abriu falência. Por culpa da concorrência chinesa, mas também da política de subsídios gerida por Berlim.
Com a Escócia a preparar-se para votar a independência em 2014, a sua futura propriedade dos campos de petróleo do Mar do Norte do Reino Unido pode transformá-la numa das nações mais ricas do mundo.
Tendo em vista respeitar as normas sobre o desenvolvimento de biocombustíveis, os europeus disputam entre si milhões de hectares de terras africanas onde cultivar as plantas destinadas à sua produção. Em detrimentos das culturas de produtos alimentares, denunciam as ONG.
Varsóvia vetou os objetivos da política climática da UE para reduzir as emissões de carbono. O veto nada tem de surpreendente, uma vez que se trata de uma política velada por um nevoeiro de ambiguidade, escreve o Gazeta Wyborcza.
A proposta da Comissão, de submeter as emissões de CO2 da exploração das areias betuminosas a uma marca, foi recusada, principalmente devido aos vetos de Londres e de Haia. Mas, na opinião do Trouw, não é tarde para impor o interesse geral.
Em Durban a UE não foi capaz de adotar uma posição comum sobre as quotas de emissões de gases com efeito de estufa para lá de 2012. A culpa foi, em parte, dos países da Europa de Leste, que defenderam as quotas atuais, as quais lhes são particularmente vantajosas.
Com a conferência de Durban a terminar, a União não pode continuar a abordar a questão das alterações climáticas com uma atitude paternalista para com os países emergentes. Porque precisa deles para sair da crise financeira e fica à mercê das condições que esses países lhe impõem.
Os mares em torno da Europa estão ameaçados por uma nova fonte de poluição. Milhares de toneladas de armas químicas estão a deteriorar-se e vão começar a verter o seu conteúdo letal. No mar Báltico, estão a ser investigadas as possíveis consequências.
Em 2002, a União Europeia proibiu as redes derivantes para proteger a fauna mediterrânica e indemnizou os pescadores. Mas para muitos deles, a pesca ao atum e ao espadarte é muito lucrativa. Assim, contornam a proibição com a ajuda da máfia.
O Danúbio, o segundo maior rio da Europa, é um dos cursos de água menos navegáveis do continente. Apesar da Estratégia do Danúbio, que viu a luz do dia durante a presidência húngara da UE, a seca deste verão resultou no nível de águas mais baixo de sempre que, por sua vez, provocaram um enorme engarrafamento de tráfego.
O governo definiu-se como antinuclear e há mais de 20 anos que não se constrói uma central atómica. Mas a indústria nuclear espanhola, apoiada pelo governo, continua a crescer, principalmente nos países em desenvolvimento.
A Cernavoda, perto do Mar Negro, que funciona, desde 1996, a única central nuclear do país. Contudo, a instalação, nas proximidades, do centro de armazenamento, destinado a recolher os resíduos radioativos, preocupa os habitantes, que receiam as consequências de uma possível catástrofe.
A 1 de setembro, as lâmpadas com mais de 40 watts desaparecem do mercado. Quem terá feito esta alteração na nossa vida quotidiana, pergunta o Dagens Nyheter. Nos países do círculo polar, é uma medida muito mal recebida.
O acidente de Fukushima reduziu fortemente o interesse pelo nuclear. E como as energias renováveis não chegam para satisfazer as necessidades do Velho Continente, os países europeus recorrem a um combustível mais antigo e menos caro, mas também mais poluente.
A UE planeia rever a sua política de pescas, com vista a parar a extinção de peixes. Mas o peso dos grupos de pressão do ramo e a miopia de alguns Estados-membros está a tornar a tarefa difícil.