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8 fevereiro 20121PresseuropRomânia liberă, Jurnalul Naţional, Adevarul, Revista 22
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Euroceticismo longe do fim
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Um espião no Governo
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Sarkozy fascinado pelo modelo alemão
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Irlanda dá início a debate amargo sobre referendo
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O gorila que destruiu o sistema
1 fevereiro 20127Respekt Prague -
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A lição de Roma
30 janeiro 201223Die Zeit Hamburgo -
26 janeiro 201221Il Fatto Quotidiano Roma
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25 janeiro 2012PresseuropAdevarul
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Europa central
Viena-Budapeste, ida e volta no passado
23 janeiro 201216Le Monde Paris -
23 janeiro 20124PresseuropFinancial Times
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20 janeiro 20129Respekt Prague
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19 janeiro 20122România liberă Bucareste
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16 janeiro 20121PresseuropAdevarul
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13 janeiro 2012PresseuropGazeta Wyborcza, Rzeczpospolita
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Hungria
A versão de Viktor Orbán
9 janeiro 2012PresseuropMagyar Hírlap -
6 janeiro 20129Presseurop
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5 janeiro 201231La Stampa Turim
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A Hungria também nos diz respeito
4 janeiro 201239Le Monde Paris -
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3 janeiro 20122PresseuropHandelsblatt
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Roménia
Revolução? Que revolução?
21 dezembro 20119Jurnalul Naţional Bucareste -
21 dezembro 20111PresseuropPresseurop
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República Checa
Às vezes a Europa fica longe de Praga
20 dezembro 20116Lidové noviny Praga -
República Checa
Václav Havel – nem anjo, nem Deus
19 dezembro 20111Hospodářské noviny Praga -
Revista de imprensa
Sem Václav Havel, a Europa unida perde um pai
19 dezembro 2011PresseuropLa Repubblica, De Morgen, Libération & 4 outros -
Suécia
Hesitação pode sair cara
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Clegg amua por causa do veto de Cameron
13 dezembro 20113PresseuropThe Independent -
13 dezembro 20115PresseuropLe Soir
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Conselho Europeu
Os ziguezagues da diplomacia húngara
12 dezembro 20111PresseuropNépszabadság -
Bélgica
Um governo, já não é mau
6 dezembro 20113PresseuropDe Standaard -
6 dezembro 20115PresseuropThe Irish Times
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A queda do incorruptível Ľubomír Galko
30 novembro 2011Respekt Prague -
Hungria
Reencontro amargo com o FMI
25 novembro 201127Magyar Nemzet Budapest -
Portugal
Greve geral contra a austeridade
24 novembro 20111PresseuropPúblico -
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23 novembro 20112PresseuropDe Morgen -
23 novembro 2011PresseuropPravda
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Crise da zona euro
Aldeia irlandesa diz não aos bancos
22 novembro 20116Irish Independent Dublin -
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Mariano Rajoy não terá tempo para celebrar a vitória
21 novembro 20115Presseurop -
18 novembro 2011PresseuropCorriere della Sera
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Uma eleição para nada
18 novembro 20116El País Madrid -
15 novembro 2011PresseuropTo Ethnos
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Crise da dívida
Grécia e Itália, dois destinos paralelos
11 novembro 20115Eleftherotypia Atenas -
Itália
Dará Monti conta do recado?
10 novembro 20114La Stampa Turim -
9 novembro 20119Financial Times Londres
O Presidente francês, que irá muito provavelmente candidatar-se à re-eleição, parece determinado a propor um projeto económico decalcado do modelo germânico. Uma estratégia que surpreende a imprensa francesa.
Explosivo e misterioso, um dossiê chamado Gorila reúne as provas de corrupção da elite política e económica eslovaca. A dois meses das legislativas antecipadas, quem lucra com estas revelações?
Condescendente mas eficaz: a Alemanha irritou durante anos os italianos. Mas hoje, com o muito decente Mario Monti na liderança, estes também gostariam de dar algumas lições.
Após a austeridade, a liberalização. Mario Monti lançou a “segunda fase” do seu programa de saída da crise: um vasto plano de acesso por parte da concorrência aos setores protegidos, como os taxistas ou os camionistas. Uma
mudança apreciada, mas arriscada, alerta um economista.
Herdeiras do império Habsburgo, a Áustria e a Hungria partilham uma outra
experiência: uma relação ambígua com a história e uma tendência para tolerar
desvios políticos. Dez anos após as sanções europeias contra a primeira, por
que motivo aparenta a segunda estar presa nos anos 1930?
Dirigente de um país endividado, pressionado pelo FMI e ameaçado de retaliações por parte da UE, o primeiro-ministro húngaro enfrenta agora uma oposição em vias de organização. À medida que cada vez mais cidadãos são afetados pela pobreza, os húngaros perdem a fé nas suas receitas nacionalistas.
Há quase uma semana que milhares de pessoas de todos os meios sociais se manifestam em Bucareste e noutros pontos do país contra as medidas de austeridade e a corrupção que gangrena a política. Já é tempo, escreve um sociólogo romeno, de o Governo levar a sério as suas queixas.
Ameaçando Budapeste com sanções financeiras e represálias, se o Governo não mudar a política económica e judiciária, a UE parece ter encetado um processo para se livrar do primeiro-ministro húngaro, como fez com Berlusconi e Papandreu. Mas não vai ser tão simples como anteriormente.
O reforço das prerrogativas do Executivo e o enfraquecimento dos contrapoderes são criticados por uma parte da imprensa húngara e também na Europa. Num momento em que o país é atingido por uma crise financeira, que se agrava à medida que aumenta a desconfiança dos investidores relativamente à política do Governo de Budapeste.
Para compreendermos o isolamento nacionalista e identitário do atual governo húngaro, é na história do país que é necessário procurarmos, escreve um especialista em literatura magiar. Especialmente, na fragilidade da sua burguesia e nas frustrações nascidas das derrotas militares.
A Europa não pode ficar indiferente aos excessos autoritários e nacionalistas do primeiro-ministro, Viktor Orbán. Como comunidade de valores democráticos, tanto quanto união económica, deve pressionar Budapeste no sentido de esta se manter no rumo certo, considera o Monde.
Em Budapeste, aumenta o descontentamento contra o primeiro-ministro húngaro, acusado de excessos autoritários. A comunidade internacional começa também a reagir, mas deve evitar o recurso à ingerência, considera o filósofo Gáspár Miklós Tamás.
Para a maioria das pessoas da Europa pós-comunista, dezembro é mês de recordar a queda do regime. Na Roménia, passou a ser uma história contada por uma sociedade que vive num mundo de ilusões baratas.
Vinte anos após o "regresso à Europa" defendido pelo antigo Presidente Václav Havel, falecido a 18 de dezembro, o debate checo sobre a UE põe frente a frente duas correntes políticas igualmente desprovidas de ideias sobre o futuro da União.
O antigo Presidente checo não era motivado pelo poder, mas tornou-se indispensável durante os 22 anos de desenvolvimento pós-comunista que se seguiram no seu país. Tributo feito pelo diário Hospodářské noviny, de Praga,
após a sua morte a 18 de dezembro.
A imprensa europeia presta homenagem quase unânime ao dramaturgo, dissidente e primeiro Presidente da Checoslováquia pós-comunista, que morreu a 18 de dezembro, aos 75 anos, vítima de cancro.
Ao lutar contra a corrupção através de escutas ilegais, o antigo ministro da Defesa acabou por violar os princípios democráticos que queria defender e foi forçado a apresentar a demissão. Mas o caso minou ainda mais a confiança dos eslovacos na sua imprensa e políticos.
Financeiramente enfraquecida, a Hungria pediu a assistência do Fundo Monetário Internacional, como parte de um acordo a ser negociado entre o momento atual e janeiro de 2012. A imprensa húngara pergunta-se se a iniciativa constituirá uma admissão de fracasso por parte do primeiro-ministro, Viktor Orbán, ou se será resultado de uma cabala contra a sua política de independência.
Enquanto a Irlanda faz o balanço do ano que se seguiu ao salvamento da UE e do FMI, todos os domingos, os habitantes de Ballyhea realizam um protesto silencioso contra aqueles que mergulharam o país na recessão.
A esmagadora vitória de Mariano Rajoy, candidato do PP (45% dos votos contra os 28% recolhidos pelo candidato socialista, Alfredo Pérez Rubalcaba), nas eleições gerais realizadas a 20 de novembro, dá-lhe um imenso poder numa Espanha mergulhada na crise. A imprensa pega nesta ideia nos seus editoriais, sublinhando, no entanto, as condições de uso desse poder na circunstância excecional que representa a crise da dívida soberana na Europa.
O Partido Popular (de direita), de Mariano Rajoy, está indicado como o vencedor das eleições gerais espanholas, a 20 de novembro, e irá aplicar mais medidas de austeridade. Mas, enquanto a Alemanha não assumir as suas responsabilidades a nível europeu, o novo Governo será incapaz de resolver a crise do país.
Em Atenas e em Roma, a crise derrubou os líderes eleitos e substituí-os por tecnocratas que têm como principal missão porem em prática os planos de austeridade impostos por Bruxelas e pelos mercados e que os seus antecessores não conseguiram aplicar.
A incerteza que se seguiu à demissão anunciada – mas não realizada – de Silvio Berlusconi levantou o espetro do incumprimento por parte da Itália, que arrastaria com ele a zona euro. A única solução, desenhada ontem pelo Presidente da República, parece passar por uma rápida formação de um governo de unidade nacional liderado pelo antigo comissário europeu.
Uma rede de clãs corruptos controla setores-chave da economia grega e lucra ao máximo com a persistente desorganização do país, escreve o autor de “McMafia”.