A vida a 27
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Emprego: Alemanha, terra de imigração do trabalho
23 dezembro 2011754PresseuropHandelsblatt -
Alterações climáticas: Parlamento Europeu reavalia tonelada de CO2
21 dezembro 20112PresseuropEl País -
Debate: À França os seus agricultores, ao Reino Unido os seus bancos
15 dezembro 201113856 The Times Londres -
Revista de imprensa: Presidência polaca da UE - sem alarido nem deslizes
15 dezembro 201139PresseuropRzeczpospolita, Dziennik Gazeta Prawna, Gazeta Wyborcza -
Reino Unido: Como as ilhas Caimão, mas à chuva
12 dezembro 201119417 The Independent Londres -
Conselho Europeu: A Europa não admite que os britânicos tinham razão
12 dezembro 2011364113 The Daily Telegraph Londres -
Conselho Europeu: Começou a desconstrução
12 dezembro 2011565PresseuropGazeta Wyborcza -
Conselho Europeu: Um dia assustador para a Grã-Bretanha
9 dezembro 2011708PresseuropThe Guardian -
União Europeia: A união do medo
9 dezembro 2011541PresseuropTo Vima -
República Checa: Com ou sem a Europa, há que escolher
9 dezembro 201171PresseuropHospodářské noviny -
União Europeia: Adeus Grã-Bretanha
9 dezembro 201129PresseuropLe Monde -
França-Alemanha: O regresso dos velhos demónios
5 dezembro 201112327 Les Echos Paris -
Parlamento Europeu: Código de conduta para os deputados
1 dezembro 20111572PresseuropEl Mundo -
Orçamento da UE: Bruxelas aperta o cinto
21 novembro 2011343PresseuropDziennik Gazeta Prawna -
Crise da zona euro: Grupo de Frankfurt, o esquadrão de intervenção da Europa
16 novembro 201146511 The Spectator Londres -
Polémica: Antigo Império britânico irrita o continente
16 novembro 2011696PresseuropPresseurop -
Debate: Olhem para trás, Lucas e Mario
15 novembro 201142510 Financial Times Londres -
Grupo de Frankfurt: Um “novo governo fantasma”
10 novembro 2011582PresseuropEl Mundo -
Crise da zona euro: Se a Grécia saísse...
4 novembro 201123313 Le Figaro Paris -
Crise da zona euro : Viva o pensamento único e viva os hereges!
3 novembro 201133210 Die Presse Viena -
Alemanha/UE: Hegemonia a contragosto
3 novembro 20111118 Die Zeit Hamburgo -
Debate: Jürgen Habermas: Está em jogo a democracia
27 outubro 201115626 Le Monde Paris -
Cimeira europeia: Roma, o bode expiatório ideal
24 outubro 2011837 Corriere della Sera Milão -
Crise na zona euro: Enterramos a ideia federal
21 outubro 20111285 Le Figaro Paris -
Imigração: Uma Europa em movimento
14 outubro 20112223 Adevărul Bucareste -
Portugal: Cavaco Silva insurge-se contra “Merkosy”
13 outubro 20111PresseuropPúblico -
Crise da zona euro: Kohl e Mitterrand não fariam melhor do que “Merkozy”
10 outubro 20111022 De Volkskrant Amesterdão -
Grécia: Funcionários públicos à porta
3 outubro 20112PresseuropTa Nea -
Revista de imprensa: Barroso combativo, mas desarmado
29 setembro 2011647Presseurop -
Presidência da UE: Uma Europa de exclusão
27 setembro 201143 Politiken Copenhaga -
Empresas: Bruxelas quer alterar gabinetes de auditoria
27 setembro 20111PresseuropFinancial Times Deutschland, Financial Times Deutschland -
França: Senado vira à esquerda
26 setembro 2011PresseuropLibération -
Espaço Schengen: Caros búlgaros e romenos, parabéns, estão a ser avaliados
22 setembro 20111673 De Volkskrant Amesterdão -
Roménia-Holanda: Bucareste declara guerra às Tulipas
19 setembro 20111409 Adevărul Bucareste -
Polónia: ”Guerra em 10 anos”, diz ministro
15 setembro 20114PresseuropDziennik Gazeta Prawna -
Crise da dívida: Helsínquia calculou mal
26 agosto 2011727 Helsingin Sanomat Helsinquia -
França: Christine Lagarde fragilizada por um inquérito judiciário
5 agosto 20111PresseuropLibération -
Roménia: Revolucionários, o fim dos privilégios
29 julho 2011PresseuropRevista 22 -
Espanha: As regiões endividadas pedem um adiamento
27 julho 2011PresseuropABC -
Repensar a Europa (2): Não trabalhar mais com as portas fechadas
21 julho 2011813 Spiked Londres -
Repensar a Europa/1: Em frente para a vanguarda
21 julho 2011602 Polska The Times Varsóvia -
Espanha: A direita arruma as suas fileiras
21 julho 2011PresseuropLa Vanguardia -
Crise do euro: Senhora Dona Angela, Senhor Sarkozy, estejam à altura
21 julho 2011714 Le Monde Paris -
Grécia: Apoio moral em Washington
18 julho 2011PresseuropTa Nea -
Chipre: Explosão previsível
12 julho 2011PresseuropPolitis -
Parceria oriental : A política dos pequenos passos
11 julho 2011147 Gazeta Wyborcza Varsóvia -
Crise grega: Os búlgaros receiam ser vítimas colaterais
7 julho 2011PresseuropKapital -
Dinamarca: Os aduaneiros da discórdia
6 julho 2011321PresseuropPresseurop -
Presidência da UE: Polónia assume o controlo
1 julho 2011PresseuropGazeta Wyborcza -
Presidência da UE: A Polónia ambiciosa e solidária
30 junho 20111132 Polityka Varsóvia
Acusado de isolacionismo por causa da sua posição clara na cimeira da UE de 9 de dezembro, sobre o crescimento e o pacto de estabilidade, David Cameron está apenas a proteger, tal como outros líderes europeus, os interesses vitais do seu país, escreve uma colunista britânica.
Com a Polónia no final do período de seis meses ao leme da presidência rotativa da UE, a imprensa nacional discute as conquistas do país e as suas falhas durante esse período.
Ao recusar uma maior integração europeia no sentido de defender os privilégios da cidade, David Cameron relegou o Reino Unido para uma posição de ilha irrelevante nas margens da Europa, argumenta John Lichfield.
Se os britânicos forem marginalizados após o turbulento Conselho Europeu da semana passada, deve-se apenas ao facto de o Velho Continente estar furioso por o Reino Unido nunca ter aderido ao projeto do euro, defende o presidente da Câmara Municipal de Londres, Boris Johnson.
As propostas alemãs para uma maior disciplina na zona euro foram mal recebidas em França. Diversos comentários germanófobos revelam uma realidade indiscutível: os franceses aceitam a Europa, com a condição de esta ser francesa, constata um editorialista de Les Echos.
Reunidos em torno de Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, a um pequeno grupo de funcionários não eleitos da UE tem sido atribuída a tarefa de governar a zona euro e depor os líderes que não conseguem andar na linha, escreve o semanário conservador britânico The Spectator.
A chegada de um Governo tecnocrata à Grécia e a Itália pode acalmar o nervosismo dos mercados, mas também pode ser um incentivo para os partidos populistas que apontam o défice democrático no seio da UE, argumenta Gideon Rachman.
E se a Grécia saísse da UE ? Esta eventualidade implicaria uma nova reviravolta geopolítica nos Balcãs, previne o professor universitário Georges Prevelakis. A UE seria obrigada a admitir a sua incapacidade em “europeizar” um Estado que é membro há 30 anos.
Irresponsabilidade, jogada de póquer... As reações ao referendo grego mostram a energia com que o “Santo Ofício de Bruxelas” se agarra aos seus dogmas. E muito bem, diz o redator-chefe do Die Presse, pois a heresia é a última oportunidade da Europa.
Determina a ordem de trabalhos das cimeiras europeias, define as regras destas, deixa na expectativa todo o continente e acaba por impor a sua vontade. Com a crise do euro, a Alemanha ficou sozinha à frente da União. Mas estará à altura desse novo papel?
A crise da zona euro torna necessária uma maior integração política da UE. Mas a via seguida pelos dirigentes europeus deixa de lado aquilo que deveria ser a sua prioridade: o bem-estar dos cidadãos, definido num quadro democrático, considera o sociólogo Jürgen Habermas.
No Conselho Europeu de 23 de outubro, a Alemanha e a França distribuíram pontos bons e maus aos seus parceiros da zona euro em dificuldade, nomeadamente à Itália. As críticas perante a inércia do Governo de Berlusconi justificam-se, mas a atual crise também se fica a dever à lentidão da reação de Berlim e de Paris desde o início, refere o Corriere della Sera.
A cimeira da zona euro de 23 de outubro poderá ser seguida de outra, a 26, a pedido da Alemanha e da França. A maneira de lidar com a crise do euro mostra que, apesar dos desacordos, o eixo Berlim-Paris e a solução intergovernamental prevaleceram sobre a ideia federal, constata Le Figaro.
A crise leva os Europeus a retomar o caminho da emigração. É no norte do Continente que se encontra a salvação, tanto para os jovens dos países mediterrâneos, como para os da Europa oriental.
Será que, como se ouve dizer frequentemente, falta aos dirigentes europeus a capacidade de liderança necessária para fazer face à crise? Segundo um cronista do Volkskrant, são sobretudo a divisão política da nossa época e a opinião pública que os paralisam.
No seu “discurso da União”, proferido no Parlamento Europeu, a 28 de setembro, o Presidente da Comissão Europeia quis defender a sua instituição e apresentar propostas concretas para sair da crise. Mas a imprensa europeia não tem ilusões quanto às verdadeiras margens de manobra.
No próximo dia 1 de janeiro, Copenhaga assumirá a presidência rotativa da UE. Ao recente governo de esquerda eleito espera-lhe dois grandes dossiês: o euro e Schengen, símbolos de uma UE que deixou de se reunir.
A rejeição do pedido de adesão de Bucareste e Sofia ao espaço Schengen, por causa do veto dos Holanda, deveria ser motivo de regozijo para os habitantes dos dois países. De facto, estima o De Volkskrant, foi uma coisa que os vai encorajar a lutar mais contra a corrupção e o crime organizado.
Vexadas pela recusa neerlandesa em aceitar o país no espaço Schengen, as autoridades romenas decidiram controlar severamente a importação de tulipas. Uma reação um pouco excessiva, mas justificada, escreve um editorialista, furioso.
Ao pedir à Grécia para garantir o empréstimo que irá receber como ajuda para restabelecer as suas finanças, a Finlândia abre um perigoso precedente na Europa por questões meramente eleitorais, critica o Helsingin Sanomat.
Afastadas do público e sem prática na arte da liderança política, não admira que as entidades oficiais da UE sejam tão impotentes para enfrentar uma crise na zona euro, que ameaça destruir o próprio projeto europeu, argumenta o sociólogo Frank Furedi.
Há 20 anos, a UE enveredou pelo caminho errado. Para superar a crise, deve abandonar a ideia de comunidade homogénea e formar um verdadeiro núcleo duro com os países que aceitem uma integração estreita, defende o politólogo polaco Roman Kuzniar.
Resolver a crise grega e garantir o futuro da moeda única : o objetivo da cimeira da zona euro é alto e exige que a chanceler alemã e o presidente francês assumam, finalmente, as suas responsabilidades, avisa o diretor do Le Monde.
Há dois anos, por impulso da Polónia, a UE lançou a Parceria Oriental com vários países da ex-URSS. Agora que Varsóvia assume a presidência rotativa, os peritos traçam um balanço dececionante deste projeto.
A 1 de julho, a Polónia passa a presidir à UE. O principal jornal diário de Varsóvia acredita que, graças à sua bem-sucedida transformação política e económica, ela poderá ajudar a Europa a sair da crise.