A vida a 27
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Instituições da UE: A nova aristocracia de Bruxelas
28 maio 201210828PresseuropUważam Rze -
Zona euro: “Chegou ao fim a hegemonia alemã”
24 maio 201226091 To Vima Atenas -
UE-Líbia: Serviços de Catherine Ashton suspeitos de favoritismo
23 maio 2012312PresseuropRue89, euobserver.com -
Zona euro: Chegou a hora da verdade
23 maio 201210377 El País Madrid -
França-Alemanha: Hollande-Merkel condenados ao sucesso
15 maio 2012463PresseuropLe Figaro, La Croix, Süddeutsche Zeitung -
Zona euro: Incêndio grego reacende-se
11 maio 2012270233 El País Madrid -
Parlamento Europeu: Três agências europeias chamadas à razão
11 maio 2012864PresseuropEuropean Voice, România liberă -
Dia da Europa: A crise e nada de fogo de artifício
9 maio 201226010 -
Economia: Crise grega vai rapidamente expor Hollande
8 maio 2012296100 Financial Times Londres -
Alemanha-França: O par Merkel-Hollande procura um nome
8 maio 20126517PresseuropLe Figaro, Die Tageszeitung -
Media: Petição por uma Europa dos cidadãos
3 maio 20121788Presseurop -
Alemanha-Itália: Merkel isolada abraça Monti e o crescimento
26 abril 20121597PresseuropLa Stampa -
Economia: 2012, a revolução holandesa
24 abril 201235310 El País Madrid -
Crise da dívida: Fim da linha para a austeridade europeia?
24 abril 201256444 The Guardian Londres -
Visto da Alemanha: O medo do isolamento
24 abril 2012717PresseuropSüddeutsche Zeitung, Handelsblatt -
Espaço Schengen: França e Alemanha querem poder controlar as fronteiras
20 abril 201222624PresseuropSüddeutsche Zeitung -
Comissão Europeia: Regras contra as estatísticas falsificadas
18 abril 2012533PresseuropAdevărul -
França-Alemanha: O fim de Merkozy
17 abril 201222152 La Tribune Paris -
Economia: Portugal é o primeiro a ratificar o Tratado de Estabilidade
16 abril 20125713PresseuropExpresso -
Polónia: Radosław Sikorski, mais um europeu acelerado
13 abril 2012681 Polityka Varsóvia -
Bulgária: Últimos retoques antes de Schengen
10 abril 20126312 Trud Sófia -
Grécia: Discreto como um eurocrata em Atenas
9 abril 201221827 Le Temps Genebra -
Instituições: A opacidade das agências europeias
30 março 201229714 Die Presse Viena -
Instituições: A opacidade das agências europeias
30 março 201229714 Die Presse Viena -
Bulgária-Roménia: Duelo marítimo por causa de gás
22 março 201249PresseuropStandart -
União Europeia: Um “Clube de Berlim” para os países mais eurófilos
21 março 20121209PresseuropABC -
Instituições: O défice democrático do Parlamento Europeu
19 março 201224919 The Economist Londres -
União Europeia: Ministro alemão pede nova Constituição para a UE
15 março 2012978PresseuropThe Times -
Pacto orçamental: Plano para substituir Ashton por Barnier
9 março 201238PresseuropFinancial Times -
Holanda: Haia prova do seu próprio veneno
2 março 20126225PresseuropDe Volkskrant, NRC Handelsblad, Trouw -
Conselho Europeu: Cresce na Europa uma frente contra a austeridade
1 março 201229346 Le Monde Paris -
Pacto fiscal: Irlanda convoca referendo surpresa
29 fevereiro 2012913PresseuropThe Irish Times, Irish Examiner, Irish Independent -
Pacto fiscal: Alemanha lamenta irritante referendo irlandês
29 fevereiro 20127010PresseuropDer Spiegel, Süddeutsche Zeitung, Die Zeit -
Conselho Europeu: O “homem cinzento” conquistou o seu espaço
23 fevereiro 2012947 NRC Handelsblad Amesterdão -
Crise da zona euro: A grande venda relâmpago na Europa
21 fevereiro 201250857 The Independent Londres -
Europa central: Austríacos aprendem a gostar dos vizinhos
20 fevereiro 201249PresseuropDie Presse -
Hungria: Eurodeputados colocam Orbán sob vigilância
17 fevereiro 2012654PresseuropNépszava -
Espaço Schengen: Bucareste e Sófia devem esforçar-se mais
9 fevereiro 2012381PresseuropRomânia liberă -
França-Alemanha: Merkel quer salvar o seu par
7 fevereiro 201277PresseuropLibération, Le Figaro, Le Monde & 2 outros -
Instituições: Eurocratas nostálgicos, vinte anos depois de Maastricht
6 fevereiro 201221011 Le Temps Genebra -
Conselho Europeu: Os Dom Quixote de Bruxelas
31 janeiro 201211948 El País Madrid -
Conselho Europeu: Angela Merkel ultrapassa os limites
31 janeiro 20128015PresseuropDer Tagesspiegel -
Pacto orçamental: Praga opta por ficar à porta
31 janeiro 2012331PresseuropHospodářské noviny -
Cimeira da UE: Polónia não está 100% satisfeita
31 janeiro 201223PresseuropGazeta Wyborcza, Dziennik Gazeta Prawna -
Zona euro: Ninguém quer um comissário do orçamento
30 janeiro 201210161PresseuropPúblico, Le Monde, Ta Nea & 2 outros -
Hungria-UE: Viktor Orbán evita as questões dos eurodeputados
19 janeiro 2012PresseuropNépszava -
Parlamento Europeu: Depois do calmo Buzek, o furacão Schulz
18 janeiro 2012713PresseuropGazeta Wyborcza, Financial Times Deutschland, Financial Times Deutschland & 2 outros -
Hungria-UE: A medição de forças começou
18 janeiro 2012918PresseuropMagyar Nemzet, Népszava, Népszabadság -
União Europeia: O fim do mito da igualdade
17 janeiro 2012220149 Gazeta Wyborcza Varsóvia -
Crise da dívida: “Merkozy” esforça-se para sair do rigor
10 janeiro 20124614PresseuropPresseurop
Com a nova orientação, impulsionada por Paris, o equilíbrio interno de poder na União Europeia torna-se desfavorável a Berlim e ao rigor defendido pela Alemanha. Essas circunstâncias permitem aos gregos vislumbrar uma luz ao fundo do túnel e recuperar a esperança, congratulam-se em Atenas.
Deixar a Grécia sair do euro? Salvar os bancos espanhóis? Continuar a insistir na austeridade ou dar uma oportunidade ao crescimento? Questões a que os líderes da zona euro têm de responder durante a cimeira extraordinária marcada para 23 de maio, se querem que os europeus continuem a confiar no projeto comum.
A saída da Grécia da zona euro é mais uma vez referida por causa da crise política em Atenas. Mas esse cenário é ainda mais perigoso hoje, numa altura em que Espanha está mais vulnerável. E as consequências seriam geopolíticas, para além de económicas.
No momento em que a UE comemora o seu aniversário, em 9 de maio, a integração europeia está em apuros: a crise do euro, a agitação do alargamento e a crise financeira agravam-se. No entanto, diz um politólogo belga, o navio da Europa não tem marcha atrás, só são possíveis correções de rumo.
Está para se ver se Hollande vai manter a sua postura antiausteridade e fica ao lado da Grécia ou se vai voltar-se para a política alemã. Não importa quantas alterações ao acordo orçamental da UE consiga negociar, mais cedo ou mais tarde, a tempestade política na Grécia vai muito provavelmente pô-lo à prova.
É terno, consensual e pragmático. E, no entanto, se for eleito Presidente de França, o candidato socialista pode mudar o curso da política na Europa, garante um editorialista espanhol.
Num momento em que a França poderá estar prestes a eleger um Presidente socialista, que critica o seu pacto orçamental, e em que o Governo holandês caiu por causa da reforma social, o modelo de austeridade da chanceler alemã Angela Merkel está a ser abalado.
Ao abrir o debate sobre o papel do Banco Central Europeu, Nicolas Sarkozy tentou ganhar votos junto dos eleitores que querem uma política de crescimento. Mas virou as costas a Angela Merkel, adaptando-se às circunstâncias por razões de política interna.
O chefe da diplomacia polaca apresenta-se cada vez mais como um interlocutor influente no panorama europeu. Mas o seu ativismo é, muitas vezes, acompanhado por uma impulsividade e por afinidades que fazem lembrar um certo Nicolas Sarkozy.
A Comissão Europeia adiou a adesão da Bulgária à zona de livre circulação por causa da falta de progressos na luta contra a corrupção e contra o crime organizado. E se Sófia se vangloria de ter cumprido todas as condições, a reportagem do Trud demonstra o contrário.
A sua missão é conduzir os gregos pelos caminhos da virtude orçamental. O método que aplicam consiste em mudar os hábitos e pedir sacrifícios. Resultado: são o bode expiatório para todos aqueles que não gostam da UE.
Numa UE em se que pretende mais democracia, os deputados europeus continuam sem cumprir o seu papel de representantes do povo. A culpa é do sistema comunitário que os priva de soberania, mas também da sua forma inadaptada de trabalhar.
Numa altura em que o Conselho Europeu, que começou na quinta-feira 1 de março, está prestes a assinar o Pacto Orçamental, uma dúzia de países, liderados pela Itália, contestam a política de rigor do casal "Merkozy" e defendem uma política de relançamento do crescimento.
Numa manobra inesperada, o Governo irlandês anunciou, em 28 de fevereiro, que vai realizar um referendo sobre o novo Pacto Fiscal Europeu. Apesar do contexto de profunda recessão, desemprego elevado e crescente ressentimento contra a UE, a imprensa irlandesa acredita que não há alternativa senão votar Sim.
Não estamos a falar da figura mais mediática da cena europeia. Mas, em dois anos, Herman Van Rompuy foi-se impondo discretamente. Sem concorrente, deverá ser nomeado, a 1 de março, para um segundo mandato como presidente do Conselho Europeu.
Em toda a Europa, os países procuram uma maneira rápida de arranjar dinheiro. E todos eles parecem ter a mesma ideia: vender bens do Estado.
A 80 dias da primeira volta das presidenciais francesas, a chanceler alemã entrou em campanha eleitoral ao lado de Nicolas Sarkozy, o seu mais precioso aliado na Europa. Uma atitude arriscada, segundo opiniões nas duas margens do Reno.
Com o Tratado de Maastricht, assinado a 7 de fevereiro de 1992, a Comissão Europeia e os funcionários europeus passaram a ter poderes inéditos. Duas décadas depois, o primado da economia sobre a política acabou com o sonho que tinham e a crise transformou-os em testas-de-ferro.
As medidas aprovadas na cimeira de 30 de janeiro - o tratado de estabilidade e o plano de crescimento económico - servem, na melhor das hipóteses, para reparar os erros cometidos no passado ano e meio. No pior dos cenários, não passam de mentiras, diz o colunista Xavier Vidal-Folch.
Os 130 mil milhões de euros do segundo plano de ajuda à Grécia em troca da tutela de um comissário europeu do orçamento em Atenas: esta proposta alemã, divulgada na véspera do Conselho Europeu de 30 de janeiro, não é mais do que um atentado à soberania de um Estado, considera a imprensa europeia.
A eleição de Martin Schulz para a presidência do Parlamento Europeu deverá trazer uma mudança de ambiente à assembleia. Depois do muito consensual polaco Jerzy Buzek, o tumultuoso e ambicioso socialista alemão quer agitar as instituições de Bruxelas.
Depois de várias semanas de polémica, a Comissão Europeia lançou um triplo processo de infração contra o Governo húngaro. Mas quem vai ser a primeira a ceder, Budapeste ou Bruxelas? A imprensa húngara não espera grandes mudanças.
Quer se trate do projeto de tratado europeu, da descida de notação de nove países pela Standard & Poor’s ou das advertências à Hungria, atualmente, tudo demonstra que na UE os mais fortes estão em vias de impor a sua lei aos mais pequenos, lamenta um editorialista polaco.