A UE e o mundo
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UE-Líbia: Bruxelas ataca interesses líbios na Europa
8 março 2011PresseuropCorriere della Sera -
Revoluções árabes: Sigamos o exemplo espanhol
4 março 20112202 Le Monde Paris -
Índia: A defesa da Big Pharma pela UE provoca protestos em Nova Deli
3 março 201142Presseuropeuobserver.com -
Egito: A revolução que veio da Sérvia
2 março 20119081 Svenska Dagbladet Estocolmo -
Norte de África: A nova fronteira da Europa
1 março 20111894 La Stampa Turim -
Bielorrússia: O último ditador europeu tortura opositores
1 março 2011PresseuropGazeta Wyborcza -
Crise libanesa: Malta pede ajuda
28 fevereiro 2011PresseuropThe Times of Malta -
Revoluções árabes: Façam o que eu digo, não façam o que eu faço
24 fevereiro 20113522 Frankfurter Rundschau Frankfurt -
UE-Líbia: A “ignomínia” dos europeus
23 fevereiro 201111822 El País Madrid -
UE-Líbia: Peste ou cólera, a última chantagem de Kadhafi
22 fevereiro 2011373 Presseurop -
Revoluções árabes: O que a Europa pode realmente esperar
21 fevereiro 20111631 El País Madrid -
Venda de armas: Londres vende material antimanifestação ao Bahrein
18 fevereiro 2011PresseuropThe Independent -
Revoluções árabes: Catherine Ashton perdeu o barco
17 fevereiro 201158 Libération Paris -
Revoluções árabes: Sete razões para estar otimista
17 fevereiro 20111PresseuropDie Zeit -
Mediterrâneo: Um desafio para a nossa diplomacia
15 fevereiro 201185 Der Standard Viena -
Exército: Missão holandesa não agrada aos afegãos
15 fevereiro 2011PresseuropDe Volkskrant -
EUA/Reino Unido: Dúvidas sobre libertação do jihadista responsável pelo 7 julho
14 fevereiro 2011PresseuropThe Guardian -
Ideias: A primavera árabe não é 1989
10 fevereiro 20112513 Lidové noviny Praga -
Holanda - Irão: Relações diplomáticas comprometidas
8 fevereiro 2011PresseuropDe Volkskrant -
UE-Médio Oriente: Os árabes também amam a liberdade
4 fevereiro 20115323 Der Standard Viena -
Europa - Egito: Estabilidade, o nosso maléfico fetiche
4 fevereiro 2011PresseuropDie Tageszeitung -
Médio Oriente: Mantenham-se afastados do Egito!
2 fevereiro 20112406 The Guardian Londres -
Terrorismo: Os três homens mistério do 11 de setembro
2 fevereiro 2011PresseuropThe Daily Telegraph -
Bolsas: Europa central atingida pela crise egípcia
1 fevereiro 2011PresseuropHospodářské noviny -
Líbia: Ministros britânicos asseguraram a libertação do bombista de Lockerbie
1 fevereiro 2011PresseuropThe Daily Telegraph -
UE-Egito: Uma oportunidade a não perder
31 janeiro 20111581 Presseurop -
Holanda - Irão: Crise diplomática após execução de holandesa
31 janeiro 2011PresseuropDe Volkskrant -
UE-Bielorrússia: Minsk negoceia com Bruxelas
31 janeiro 2011211PresseuropDziennik Gazeta Prawna -
Diplomacia: Frattini esboça plano para missão egípcia
28 janeiro 2011PresseuropThe Independent -
Europa de Leste: Transnítria olha para a Rússia, não para a UE
27 janeiro 201173 euobserver.com Bruxelas -
Holanda: Regresso ao Afeganistão
27 janeiro 2011PresseuropTrouw -
Kosovo: Hashim Thaçi, o tubarão de Pristina
25 janeiro 2011138 The Guardian Londres -
UE-Uzbequistão: O nosso amigo em Tashkent
24 janeiro 201176 De Standaard Bruxelas -
Norte de África: Depois da Tunísia, repensar o Mediterrâneo
20 janeiro 20111603 Le Monde Paris -
França-Tunísia: Uma Paris insuficientemente revolucionária
18 janeiro 2011711 Presseurop -
Democracia: Os tunisinos aguardam o nosso apoio
17 janeiro 2011111 Frankfurter Allgemeine Zeitung Frankfurt -
América fala da Europa: No centro da "eurodesordem"
17 janeiro 20113PresseuropThe New York Times -
Turquia-Grécia: Do outro lado do muro
17 janeiro 201160 Sabah Istambul -
UE/Tunísia: Tratar Ben Ali como Lukachenko
14 janeiro 2011621 El País Madrid -
Bulgária: A grande desilusão
13 janeiro 201138 Sega Sófia -
Comércio de armas: Londres não quer levantar embargo à China
12 janeiro 2011PresseuropThe Times -
UE-Magrebe: Acontecimentos tão previsíveis...
10 janeiro 2011207 Le Soir Bruxelas -
Terrorismo: França na mira da Al-Qaeda no Sael
10 janeiro 2011PresseuropLe Figaro -
Espanha: A retirada do Afeganistão está para breve
7 janeiro 2011PresseuropLa Vanguardia -
França - Costa do Marfim: As redes francesas que apoiam Gbagbo
7 janeiro 2011PresseuropLibération -
UE-China: Um amigo que nos quer bem
5 janeiro 20111174 Presseurop -
Bielorrússia: Prisioneiros de Lukashenko
21 dezembro 2010PresseuropDie Tageszeitung -
Bielorrússia: Derrubem Lukashenko, não o seu povo!
20 dezembro 201054 Rzeczpospolita Varsóvia -
Kosovo: A Europa tem sido enganada pelos albaneses?
17 dezembro 20101353 Presseurop -
Direitos Humanos: Cuba amordaçada
16 dezembro 2010PresseuropGazeta Wyborcza
A 2 de março, o chefe do Governo espanhol foi o primeiro dirigente europeu a visitar Tunes e propôs ajuda política e 300 mil milhões de euros. Esta devia ser a política europeia para os países árabes que se democratizam, escreve Le Monde.
Ponta de lança da revolução egípcia, o Movimento do 6 de abril seguiu em parte o exemplo do movimento Otpor!, que esteve na origem da queda do regime jugoslavo em 2000.
Há 30 anos, ninguém poderia ter previsto o processo que levou os países do Pacto de Varsóvia a entrarem para a União Europeia. Agora que o mesmo acontece nas nações árabes, a UE deve oferecer-lhes a mesma oportunidade de fortalecer as suas democracias: uma proposta concreta de adesão.
Mentirosos, trapaceiros ou mesmo imorais, e frequentemente irresponsáveis. Os dirigentes europeus estão hoje mal colocados para fazer vingar os valores da UE junto dos revoltosos do mundo árabe, denuncia o Frankfurter Rundschau.
Face aos massacres cometidos pelo regime de Kadhafi na Líbia, como podem os países europeus limitar-se a fazer apelos à moderação e a preocupar-se com o afluxo de refugiados? O diário El País publica um editorial indignado.
A repressão sangrenta do povo líbio pelo regime de Kadhafi agrava o problema da Europa perante os movimentos de revolta árabes, refere a imprensa europeia, que defende uma ação concreta e coordenada.
Terrorismo, imigração, economia: para os europeus, a vaga de revoltas que agita o mundo árabe vem carregada de perigos mais ou menos reais. O jornal El País tentou separar o verdadeiro do falso.
A 16 de fevereiro, Catherine Ashton anunciou uma ajuda de 258 milhões de euros até 2013 à Tunísia. Para o Libération, foi preciso esperar pela chegada dos "embarcados" tunisinos à costa de Lampedusa para que a UE aceite finalmente dar um apoio ativo à revolução tunisina.
Revoluções na Tunísia e no Egito, afluxo de refugiados a Lampedusa: a UE está sempre a ser apanhada desprevenida. Para evitar novas crises, a UE devia pensar desde já numa associação tão estreita quanto possível dos Estados do Magrebe, considera Der Standard.
Na opinião de um jornalista checo, comparar a revolta árabe de 2011 com o fim dos regimes comunistas na Europa é uma utopia, porque as tradições culturais e políticas são muito diferentes. O que não impede a democracia de prosperar no futuro.
Os acontecimentos no Egito são empolgantes para todos os amantes das liberdades civis, reconhece o colunista Simon Jenkins do Guardian. Mas dado o seu historial de intervenções fúteis e sangrentas por todo o mundo, o Ocidente deve pensar duas vezes sobre intrometer-se quando Estados muçulmanos lutam pela autodeterminação.
Após a cacofonia e as hesitações que se seguiram à “Revolução do Jasmim”, na Tunísia, a UE parece estar, mais uma vez, paralisada perante as manifestações dos egípcios contra o regime de Hosni Mubarak. No entanto, escreve a imprensa europeia, é ali que está a oportunidade de apoiar a democracia no seu “quintal” das traseiras mediterrânicas.
Apesar da recente vaga de otimismo em relação à Europa no outro lado da sua fronteira não oficial com a Moldávia, os cerca de 350 mil habitantes da região separatista da Transnístria querem integrar a Rússia. Mas o seu pensamento foi moldado por décadas de repressão.
Quando o Conselho da Europa se prepara para exigir uma investigação sobre os negócios do primeiro-ministro, Hashim Thaçi, no sombrio submundo do Kosovo, documentos secretos da NATO, disponibilizados ao jornal britânico The Guardian, fornecem mais revelações chocantes sobre este estimado aliado do Ocidente.
Quando tem que lidar com ditadores, a Europa aplica dois pesos e duas medidas: rápida na punição do bielorrusso Lukashenko, é muito mais amigável com o uzbeque Karimov, como o era também com Ben Ali. Mas valerá a pena? Pergunta o analista político Bruno De Cordier.
Se a Europa quer realmente encorajar a democracia na Tunísia, não basta que ofereça ajuda, escreve um especialista no mundo árabe. Tem que repensar toda a estratégia de vizinhança com os países árabes do Mediterrâneo.
Ultrapassado pelos acontecimentos, tardio no apoio aos democratas, o Governo francês deu sinais de estar com o regime de Ben Ali até ao fim. Hoje, tem grande dificuldade em justificar a sua posição.
Ben Ali, o velho amigo dos europeus, está em fuga e as forças democráticas tunisinas lutam a toda a velocidade contra a velha guarda do regime. Será a Europa capaz de dar uma ajuda?
A vedação que a Grécia decidiu construir na sua fronteira com a Turquia para impedir a passagem de imigrantes, será também um obstáculo acrescido nas relações com a União Europeia, prevê o editor do diário Sabah de Istambul.
Perante a repressão na Tunísia, a UE deveria aplicar a mesma política de "sanções inteligentes" que, em 2006, fez vergar parcialmente o regime bielorrusso de Alexander Lukachenko, considera o analista José Ignacio Torreblanca.
Afastados do euro e do espaço Schengen, ainda conotados com o crime organizado, os búlgaros entram em 2011 sem um projeto político capaz de os mobilizar.
Ao apoiar os governos do Norte de África, apesar da corrupção, do nepotismo e da violação dos Direitos Humanos, a UE é, em parte, responsável pelo descontentamento a que se tem assistido recentemente na Tunísia e na Argélia. Está na altura de a Europa apoiar uma nova classe política que esteja, finalmente, ao serviço dos cidadãos, afirma um comentador do Soir.
Depois da Grécia e de Portugal, Pequim vem em auxílio da Espanha, atingida pela crise da dívida. Tendo em vista a compra massiva de obrigações do Estado espanhol, esta política faz parte de uma estratégia de penetração da China na Europa.
O Presidente bielorrusso deverá cumprir o seu quarto mandato, na sequência de novas eleições manipuladas. Ainda assim, o Ocidente não deveria virar as costas a este vizinho de Leste, defende o Rzeczpospolita.
A publicação, a 15 de dezembro, de um relatório do Conselho da Europa que acusa os líderes do Kosovo de tráfego de órgãos põe em causa a atitude benevolente da UE em relação ao primeiro-ministro Hashim Thaci e aos ex-separatistas albaneses.