A UE e o mundo
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Bielorrússia: Lukashenko toma oposição como “refém”
16 maio 2011PresseuropGazeta Wyborcza -
Bielorrússia: Europa defende Poczobut
13 maio 20111PresseuropGazeta Wyborcza -
Síria-UE: Carta branca para Assad
12 maio 2011692 SME Bratislava -
UE-Rússia: A “janela para a Europa” deverá abrir-se
10 maio 2011541 Polityka Varsóvia -
Imigração: A vergonha da Europa
10 maio 20112PresseuropPúblico -
Diplomacia: UE com assento na ONU
4 maio 20114Presseuropeuobserver.com -
Depois de Bin Laden: O dia da vergonha para a Europa
3 maio 2011828 Handelsblatt Dusseldorf -
Terrorismo: A herança que Bin Laden nos deixa
2 maio 20111632 Le Monde Paris -
Itália: Roma junta-se à guerra na Líbia
26 abril 2011PresseuropCorriere della Sera -
Líbia: Guerra em expansão
22 abril 2011592 The Guardian Londres -
Guerra na Líbia: Obama deve envolver-se
22 abril 20111PresseuropThe Economist -
Bielorrússia: Regime de Minsk tem os bolsos vazios
19 abril 20111PresseuropGazeta Wyborcza -
Geopolítica: UE e NATO em rota de colisão
15 abril 20111332 El País Madrid -
Africa : “Françáfrica” em debate
15 abril 201120PresseuropPresseurop -
Territórios palestinianos: Ativista italiano assassinado em Gaza
15 abril 2011PresseuropIl Manifesto -
Costa do Marfim: Paris empurra Gbagbo para a saída
12 abril 2011PresseuropLe Figaro -
Bielorrússia: Explosão em Minsk: um presente vindo de fora?
12 abril 2011PresseuropRzeczpospolita -
Crise líbia: A guerra fraturou a Europa
5 abril 20111204 El País Madrid -
França: Nova frente francesa em África
5 abril 2011PresseuropLibération -
Bielorrússia: Creso de Minsk
4 abril 2011PresseuropRzeczpospolita -
Diplomacia: Salvemos a soldado Ashton
1 abril 20111097 El País Madrid -
Guerra na Líbia: Londres, plataforma giratória de ex-kadhafistas
1 abril 2011PresseuropThe Independent -
Diplomacia: Paris e Londres apoderaram-se da política externa da UE
31 março 2011952 La Stampa Turim -
Odisseia ao Amanhecer: A caminho de uma verdadeira guerra
31 março 2011361PresseuropMediapart -
Alargamento: Tunísia, o candidato ideal à UE
30 março 20111725PresseuropLibération -
Guerra na Líbia: A Suécia entra na dança
30 março 2011PresseuropSvenska Dagbladet -
Crise da dívida: Brasil disposto a ajudar Portugal
30 março 2011PresseuropPúblico -
Odisseia ao Amanhecer: Líbia, o último grito de apoio ao ocidente
29 março 20111183 Financial Times Londres -
Moldávia: Revolução real, promessas virtuais
29 março 201146 Timpul Chisinau -
Bielorrússia: Jornalista polaco pode ser detido por insulto a Lukashenko
29 março 2011PresseuropGazeta Wyborcza -
Bulgária: Nós também queremos a pele de Kadhafi!
23 março 2011403 24 Chassa Sófia -
Líbia: Sarkozy and Cameron, uma fraca coligação
23 março 2011571 The Daily Telegraph Londres -
Política de vizinhança: Nuvens negras sobre o “Mare Nostrum”
22 março 201162 La Repubblica Roma -
Guerra na Líbia: Tensão entre Roma e Paris
22 março 2011PresseuropCorriere della Sera -
Bélgica: Será a guerra na Líbia um assunto corrente?
22 março 2011PresseuropDe Standaard -
LÍBIA: Uma guerra justa com objetivos vagos
21 março 20111594 Presseurop -
UE-Líbia: Diplomacia europeia desarmada
21 março 20111191 Presseurop -
Europa-Líbia: Finalmente, a prova de força
18 março 20111152 Presseurop -
Nuclear: Angela Merkel ou a arte de semear o pânico
18 março 20111327 Coulisses de Bruxelles Bruxelas -
Economia: Obama, o salvador da Irlanda
18 março 20111PresseuropIrish Independent -
Líbia: Graças à Europa, Kadhafi tem as mãos livres
17 março 20113145 La Repubblica Roma -
Líbia: Sarkozy põe a UE em pé de guerra
11 março 2011341PresseuropPresseurop -
UE-Líbia: Líder dos insurrectos pede ajuda
10 março 2011PresseuropABC -
Líbia: Mercenários romenos ao serviço de Kadhafi
10 março 20111PresseuropJurnalul Naţional -
Ajuda europeia: O Leste e o Sul disputam fundos
9 março 201154 De Standaard Bruxelas -
Holanda - Omã: Encontro real privado e controverso
9 março 2011PresseuropTrouw -
Bielorrússia: Lukachenko, mais um ditador implacável
8 março 20113553 The Independent Londres -
Líbia: NATO prestes a intervir
8 março 2011PresseuropPúblico -
UE-Líbia: Bruxelas ataca interesses líbios na Europa
8 março 2011PresseuropCorriere della Sera -
Revoluções árabes: Sigamos o exemplo espanhol
4 março 20112202 Le Monde Paris
Determinada a travar a repressão levada a cabo por Muammar Kadhafi na Líbia, a UE tem estado bem mais silenciosa no que toca à violência exercida pelo regime de Bashar al-Assad na Síria. As sanções impostas a 10 de maio não chegam para eliminar o sentimento de impotência
Os habitantes do enclave russo de Kaliningrado, situado entre a Polónia e a Lituânia, consideram-se uma “janela para a Europa” e reclamam de Moscovo uma aproximação à UE. Esperam, especialmente, a supressão dos vistos, verdadeira “cortina de ferro” que os afasta da modernidade ocidental.
Os Estados Unidos são o único país a lutar contra o terrorismo, considera o Handelsblatt. A Europa, que pretende sobretudo saber como sair do Afeganistão, deveria ter vergonha da sua passividade.
Por mais simbólica que possa ser, a morte do chefe da Al-Qaeda não põe termo à luta contra o terrorismo, nem às consequências que esta tem para a nossa maneira de viver, recorda Le Monde.
Com os conselheiros militares já em Bengazi, o envolvimento militar da NATO na guerra civil líbia vai-se aprofundando. Mas, à medida que as forças do coronel Kadhafi reagem, o desfecho não pode ser mais difícil de vislumbrar.
As operações militares na Líbia demonstram duas coisas: a NATO já não consegue controlar o curso dos acontecimentos mundiais. E a UE não é capaz de assumir a dianteira pelas razões de sempre: as divisões entre os seus membros e o nervosismo americano.
Num momento em que a crise líbia se desenrola às portas da Europa, a Alta Representante da UE para a política externa está totalmente ausente de cena. É caso para perguntar se o seu cargo ainda faz algum sentido, escreve o analista José Ignacio Torreblanca.
A França e o Reino Unido tomaram a iniciativa em relação à Líbia e ocuparam os postos-chave do Serviço Europeu para a Ação Externa, mandando às urtigas o esboço de diplomacia europeia que tem vindo a ser penosamente desenhado. A tal ponto que alguns acham que seria melhor confiar a política externa da UE diretamente a Paris e a Londres.
Enquanto representantes de 40 países e organizações internacionais se reúnem em Londres para chegar a um consenso sobre a Líbia, depois de Kadhafi, o colunista Gideon Rachman do Financial Times argumenta que a guerra terá repercussões que vão muito além do destino do ditador líbio.
Dois anos depois da sublevação popular apelidada "Revolução do Twitter", que tirou os comunistas do poder, “a hora é de desilusão", confessa um jornalista moldavo.
Sófia qualificou a intervenção aliada na Líbia como “aventura militar”. No entanto, tem muitas razões para se vingar do líder líbio e para se reaproximar dos seus verdadeiros amigos, garante um jornal popular da capital búlgara.
Os Estados Unidos estão relutantes em dirigir a operação Odisseia ao Amanhecer. Mas à Europa fracionada faltam recursos, além de que enfrenta complicações, com a Alemanha e o aliado da NATO, a Turquia, a fazerem de lastro.
Ignorado no início da construção europeia, o Mediterrâneo tem sido desde então objeto de várias tentativas de integração, todas elas fracassadas. A crise que atinge agora a margem Sul mostra que é necessária uma nova abordagem.
O principal objetivo da operação Odisseia Amanhecer – proteger os civis líbios – é justo, considera a imprensa europeia, que, no entanto, se interroga sobre os outros interesses: o petróleo, a queda de Kadhafi e a imagem de Nicolas Sarkozy.
Os europeus lideram o conflito contra o regime líbio. Mas a União Europeia está muda e impotente, submetida à vontade dos seus Estados-membros, ciosos das suas prerrogativas, e às incoerências alemãs.
O regime líbio anunciou um cessar-fogo, a 18 de março, algumas horas depois da ONU ter votado a aprovação de operações militares contra a Líbia. Esta decisão, muito possivelmente, vai facilitar uma situação que a imprensa europeia considerava arriscada, na eventualidade de uma guerra.
A chanceler alemã insiste: depois de ter semeado o pânico na zona euro, no ano passado, consegue agora transformar a catástrofe japonesa de Fukushima numa crise mundial da energia nuclear, ironiza Jean Quatremer.
A atitude dos europeus perante a feroz repressão dos insurrectos líbios recorda a sua covardia aquando da guerra da Bósnia, escreve o intelectual italiano Adriano Sofri. À força de tergiversar, dão a impressão de lavar as mãos de um drama que se desenrola à sua porta.
No momento em que a UE prepara um programa de apoio económico e político aos países do Norte de África, certos Estados-membros insistem que a vizinhança oriental da Europa, em particular o Cáucaso, não seja esquecida.
Enquanto a Europa acompanha as revoltas no Médio Oriente, um ditador no Leste esmaga silenciosamente a oposição. Mas começam a fazer-se ouvir algumas vozes.
A 2 de março, o chefe do Governo espanhol foi o primeiro dirigente europeu a visitar Tunes e propôs ajuda política e 300 mil milhões de euros. Esta devia ser a política europeia para os países árabes que se democratizam, escreve Le Monde.