A UE e o mundo
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Moldávia: “Governo Filat demitido por 54 votos”
6 março 201321 1PresseuropTimpul -
Diplomacia: A beleza da pequena Europa
28 fevereiro 2013133 5 euobserver.com Bruxelas -
Médio Oriente: Armas croatas nas mãos de rebeldes sírios?
27 fevereiro 201346 2PresseuropLa Libre Belgique -
UE-Ucrânia: O pau e a cenoura financeiras
26 fevereiro 201315 1PresseuropEuropean Voice, Gazeta Wyborcza -
UE-Mali: “UE envia formadores para o Mali”
19 fevereiro 201320 2PresseuropLa Voix du Luxembourg -
Kosovo: Europa põe à prova o “nation building”
15 fevereiro 2013190 50 Le Monde Paris -
Moldávia: “Crise política de Chișinău negligenciada em Bucareste. A Aliança para a Integração Europeia já não existe”
15 fevereiro 201318 2PresseuropRomânia liberă -
UE-EUA: “Linha de comércio transatlântico”
14 fevereiro 201340 1PresseuropGazeta Wyborcza -
EUA-Europa: Apelo contra “uma NATO da economia”
13 fevereiro 2013363 136 Welt am Sonntag Berlim -
UE-África: Por que razão a Europa não deve perder influência
12 fevereiro 2013280 22 NRC Handelsblad Amesterdão -
Guerra contra o terrorismo: “Uma rede de ansiosos ajudantes da CIA”
6 fevereiro 201347 1PresseuropGazeta Wyborcza -
UE-EUA: “Os Estados unidos do Ocidente”
1 fevereiro 201367 19PresseuropHandelsblatt -
Itália-Argélia: ‘Piazza Affari cai com a Saipem’
31 janeiro 201316PresseuropIl Sole-24 Ore -
Alemanha-Egito: “Merkel pede mais democracia a Morsi”
31 janeiro 201319 1PresseuropDie Welt -
Guerra no Mali: ‘Tropas britânicas vão juntar-se aos franceses em missão no Mali’
29 janeiro 201334PresseuropThe Guardian -
Guerra no Mali: Europa vai à guerra de olhos fechados
28 janeiro 2013445 95 La Repubblica Roma -
UE-EUA: A Europa não interessa muito a Obama
22 janeiro 201348 6PresseuropRzeczpospolita -
Guerra no Mali: “O Ocidente deixa a Argélia atuar”
21 janeiro 201327 4PresseuropTrouw -
Guerra no Mali: A mão invisível da Europa
18 janeiro 2013185 23 La Tribune Paris -
Guerra no Mali: “Europa envia formadores”
18 janeiro 201325 2PresseuropNeues Deutschland -
Guerra no Mali: “Britânicos morrem durante resgate mal feito”
18 janeiro 201317PresseuropThe Daily Telegraph -
Guerra no Mali: “Reféns: desenlace sangrento”
18 janeiro 201317PresseuropLibération -
Mali: A aposta necessária mas arriscada da França
14 janeiro 2013154 40PresseuropLibération, Le Monde, Süddeutsche Zeitung & 4 outros -
Diplomacia: Obama estende a mão à UE
11 janeiro 2013101 7PresseuropFinancial Times -
Droga: “Mulas” europeias de pó branco peruano
11 janeiro 2013138 7 Le Figaro Paris -
Ucrânia: UE continua sem conseguir tirar Tymoshenko da prisão
10 janeiro 201345 1PresseuropGazeta Wyborcza -
Portugal: Visto dourado para entrar na Europa
9 janeiro 2013306 61 Die Zeit Hamburgo -
Economia: O momento europeu dos Estados Unidos
4 janeiro 201382 5PresseuropThe Economist -
UE-Rússia: Entre Moscovo e Bruxelas, sente-se um certo gelo
21 dezembro 201265 12PresseuropThe Guardian, euobserver.com, Le Monde -
Ajuda externa: Dinheiro da UE só beneficia os corruptos
21 dezembro 2012431 16 De Standaard Bruxelas -
UE-EUA: Reino Unido será mais fraco sem a UE, diz Washington
19 dezembro 2012189 12PresseuropThe Daily Telegraph -
Prémio Nobel da Paz: Uma distinção demasiado indulgente
10 dezembro 2012128 16 Slate Afrique Paris -
Prémio Nobel: Mais um esforço para garantir a paz
7 dezembro 2012138 38 De Volkskrant Amesterdão -
Prémio Nobel da Paz: Checos e eslovacos não vão a Oslo
3 dezembro 201258 5PresseuropMladá Fronta DNES, Lidové noviny , SME -
UE-Médio Oriente: A Europa é um mero espetador
29 novembro 2012158 46 El País Madrid -
Comércio internacional: Fazer a corte ao Oriente
29 novembro 201221 2Presseuropeuobserver.com -
ISRAEL-PALESTINA: Felizmente ninguém espera pela Europa
21 novembro 2012221 33 El Periódico de Catalunya Barcelona -
UE-China: Comércio: Bruxelas mostra os seus dentes... de porcelana
19 novembro 201269 8PresseuropLes Echos -
Estados Unidos - Europa: Obama-Europa, os mesmos combates
9 novembro 201294 36 Le Soir Bruxelas -
China: O vigésimo oitavo Estado-membro
8 novembro 201292 5PresseuropDie Welt -
Estados Unidos: “Obama 2.0” não pode desiludir
7 novembro 2012141 35PresseuropExpresso, Der Tagesspiegel, To Vima & 3 outros -
UE-Estados Unidos: A América olha para outro lado, aproveitemos
6 novembro 2012205 19 Libération Paris -
UE-Estados Unidos: Obama ou Romney, é tudo a mesma coisa
5 novembro 2012136 27 Il Sole-24 Ore Milão -
Ásia-UE: Uma cimeira com a crise da dívida como pano de fundo
5 novembro 201222 2PresseuropLes Echos, China Daily -
Kosovo: A missão muito cara e pouco eficaz da UE
31 outubro 201261 7PresseuropFrankfurter Allgemeine Zeitung, Le Figaro -
Ucrânia: Despertar difícil para o sonho ucraniano
30 outubro 201226 2PresseuropLidové noviny -
Saúde: Os médicos Robin Hood da Grécia
29 outubro 20124012 29 The New York Times Nova Iorque -
Ucrânia: Abandonar lentamente o universo Soviético
26 outubro 2012106 5 New Eastern Europe Cracóvia -
Lituânia-Bielorrússia: A nova Cortina de Ferro
25 outubro 2012238 1 15min Vilnius -
Bielorrússia: Alexander Lukachenko: “Vocês são bandidos democráticos”
23 outubro 2012226 17 The Independent Londres
Desde a austeridade alemã ao referendo britânico sobre a sua adesão à UE, são sempre os grandes Estados que fazem as manchetes da política europeia. Mas o impacto que os Estados mais pequenos estão a ter na cena internacional tem vindo a superar todas as expectativas.
A antiga província sérvia comemora, em 17 de fevereiro, cinco anos de independência. No momento em que a missão civil da UE entra no seu último ano e em que as elites locais continuam a revelar-se corruptas, podemos perguntar-nos se a construção de um Estado de direito no Kosovo será uma realidade.
Com a bênção de Barack Obama, a zona de comércio livre transatlântico deverá ser uma realidade dentro de dois anos. No entanto, há pelo menos quatro boas razões para a Europa não participar no projeto, segundo o diário liberal “Die Welt”.
A Europa, prémio Nobel da Paz, está na verdade em guerra há cerca de 15 anos - dos Balcãs à Líbia, passando pelo Afeganistão, e atualmente no Sahel. Um intervencionismo marcado pela ausência de uma visão a longo prazo e de debates sobre o seu objetivo no seio dos Vinte Sete.
Uma semana após o lançamento das operações contra os islamitas que controlam o Norte do Mali, as tropas francesas continuam a ser as únicas forças ocidentais no terreno. Mas os Vinte e Sete, que renunciaram a uma capacidade militar comum, estão presentes mais discretamente, noutras frentes.
A 11 de janeiro, o Exército francês lançou uma operação militar destinada a travar o avanço para o Sul do Mali dos grupos armados islamitas que controlam, desde a primavera, o Norte do país. A imprensa europeia reconhece globalmente a necessidade da intervenção, mas aponta os riscos desta operação.
Duramente atingidos pela crise, Roberta, avó espanhola, e Jeremy, padeiro francês, responderam às sereias tentadoras do dinheiro fácil. A sua missão era passar cocaína no Peru. Vegetam hoje, numa prisão de Lima.
Fortemente afetado pela crise, Portugal volta-se para os investidores ricos das suas antigas colónias. Quem investir no país tem fortes hipóteses de conseguir um visto – e o acesso ao resto da Europa.
Segundo o Tribunal de Contas Europeu, é praticamente impossível verificar como o dinheiro dos apoios europeus é gasto nos países em desenvolvimento. Um enorme escândalo de fraude estoirou no Uganda e comentadores em Campala interrogam-se sobre os motivos pelos quais os doadores europeus continuam a canalizar dinheiro para um país corrupto.
De facto, a ideia de organização europeia merece ser distinguida. Mas não era à UE de hoje, que vende armas e cria desempregados, que o Comité do Nobel devia ter concedido o prémio, considera um jornalista argelino-tunisino.
A 10 de dezembro, a União Europeia será distinguida por sessenta anos de uma construção política que a preserva de conflitos. Mas este estatuto poderá ser colocado em causa pela crise e a desilusão provocada por esta, alerta o historiador Dirk-Jan van Baar.
Incapazes, mais uma vez, de adotarem uma posição comum sobre uma questão de política externa, os países europeus deverão votar de maneiras diferentes na ONU sobre o estatuto de Estado observador para a Palestina. No entanto, já houve tempos em que os europeus pretenderam ter um papel essencial a desempenhar no processo de paz.
Afastada da “Primavera Árabe”, a UE não consegue posicionar-se no conflito que opõe novamente Israel ao Hamas na Faixa da Gaza. Como se recusasse desempenhar um papel numa região que, no entanto, fica às suas portas.
O Presidente recentemente reeleito e os seus homólogos europeus enfrentam o mesmo desafio, considera o editorialista principal do jornal Le Soir: provar que uma sociedade tolerante e solidária continua a ser possível.
Refletindo uma opinião pública largamente favorável a Obama, a imprensa europeia solta um “ufa” de alívio, um dia depois da sua reeleição. Mas desapareceram as ilusões de 2008 sobre o seu comprometimento com a Europa.
Qualquer que seja o locatário da Casa Branca nos próximos quatro anos, a Europa tem de aceitar um facto: já não é uma prioridade estratégica para os Estados Unidos. Portanto, a Europa deve reforçar a sua defesa comum e conduzir uma diplomacia decidida relativamente à Rússia e ao Mediterrâneo, garante um editorialista francês.
Quer o Presidente cessante seja reeleito, quer o seu adversário republicano vença as presidenciais de amanhã, as relações económicas e políticas com o Velho Continente não deverão mudar sensivelmente, escreve o correspondente do diário italiano Il Sole 24 Ore nos Estados Unidos.
Os sucessivos orçamentos de austeridade deixaram centenas de milhares de desempregados gregos sem seguro de saúde. Uma situação desesperada que uma rede paralela de médicos procura aliviar.
As eleições legislativas de 28 de outubro devem confirmar o poder do presidente Yanukovych e a necessidade de renovar o que resta da Revolução Laranja. Mas a longo prazo, a crise duradoura do país levará à normalidade, defende um jornalista ucraniano.
O Presidente da Bielorrússia fez da antiga república soviética uma nação à margem. Numa das suas raras entrevistas, garante a Evgeny Lebedev, proprietário do diário britânico The Independent, que o seu povo prefere a segurança à liberdade.