A UE no mundo
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Rússia: Domodedovo, a cidade que gostaria de pertencer à UE
9 outubro 201265 4PresseuropKommersant -
G20: Europa em crise leva sermão
19 junho 201247 5PresseuropLibération, De Standaard, Die Zeit, The Indian Express -
UE-Estados Unidos: Como o termo “europeu” passou a ser um insulto em Washington
6 junho 2012118 23PresseuropLa Stampa -
Diplomacia: Berlim e Paris divididos quanto à Síria
31 maio 201237 2PresseuropSüddeutsche Zeitung -
Diplomacia: UE pode nomear representante para os Direitos do Homem
9 março 201260 3PresseuropJyllands-Posten -
Estados Unidos: Um espantalho chamado Europa
5 março 2012375 38 De Volkskrant Amesterdão -
UE-Síria: Ninguém faz nada para parar Assad
16 fevereiro 2012224 7 Revista 22 Bucareste -
Crise do euro: Pequim manda Merkel “fazer os seus deveres”
3 fevereiro 2012123 8PresseuropHandelsblatt -
Transnístria: Escrutínio ardiloso em Tiraspol
9 dezembro 2011111 România liberă Bucareste -
Alemanha/Síria: Material de vigilância europeu para Damasco?
7 novembro 201156 1PresseuropDer Spiegel -
Suécia: Os dois jornalistas, o ministro e o petróleo
18 outubro 2011PresseuropSvenska Dagbladet -
UE-China: “Não quero morrer chinês”
13 outubro 2011388 10 La Stampa Turim -
Parceria Oriental: A UE não é a cabeça do Oriente
29 setembro 2011106 1 Polityka Varsóvia -
Guerra da Líbia: É tempo de colheita na Líbia
2 setembro 2011PresseuropGazeta Wyborcza -
Revisão de imprensa: Líbia: após a guerra, os negócios
1 setembro 2011327 1 Presseurop -
Bielorrússia: Bancos europeus ajudam a resgatar Lukashenko
29 agosto 20111PresseuropThe Independent -
Somália: Fome: o que a Europa pode fazer
16 agosto 2011154 3 ABC Madrid -
Balcãs: A pequena guerra do tráfico no Kosovo
29 julho 201123 2 NRC Handelsblad Amesterdão -
Ajuda internacional: Como ajudar verdadeiramente a Somália
28 julho 2011PresseuropDie Tageszeitung -
França - Afeganistão: Livres após 18 meses nas mãos dos talibans
30 junho 2011PresseuropLibération -
China – Alemanha: Pequenos gestos para alimentar a amizade
27 junho 20111PresseuropBerliner Zeitung -
Malta: Nos campos dos esquecidos
9 junho 2011181 5 Mediapart Paris -
Guerra da Líbia: Por mais quanto tempo?
9 junho 2011PresseuropDe Volkskrant -
UE - EUA: Obama redescobre Europa
9 junho 201111PresseuropLe Monde -
Caso Strauss-Kahn: Quem disse que a Europa deve presidir ao FMI?
20 maio 201183 2 The Independent Londres -
Economia: Por que deve o FMI continuar em mãos europeias
20 maio 201125 4 Le Figaro Paris -
Síria-UE: Carta branca para Assad
12 maio 201169 2 SME Bratislava -
UE-Rússia: A “janela para a Europa” deverá abrir-se
10 maio 201154 1 Polityka Varsóvia -
Depois de Bin Laden: O dia da vergonha para a Europa
3 maio 201182 8 Handelsblatt Dusseldorf -
Africa : “Françáfrica” em debate
15 abril 2011PresseuropPresseurop -
Costa do Marfim: Paris empurra Gbagbo para a saída
12 abril 2011PresseuropLe Figaro -
Diplomacia: Salvemos a soldado Ashton
1 abril 2011109 7 El País Madrid -
Diplomacia: Paris e Londres apoderaram-se da política externa da UE
31 março 201195 2 La Stampa Turim -
Guerra na Líbia: Tensão entre Roma e Paris
22 março 2011PresseuropCorriere della Sera -
LÍBIA: Uma guerra justa com objetivos vagos
21 março 2011159 4 Presseurop -
UE-Líbia: Diplomacia europeia desarmada
21 março 2011119 1 Presseurop -
Europa-Líbia: Finalmente, a prova de força
18 março 2011115 2 Presseurop -
Nuclear: Angela Merkel ou a arte de semear o pânico
18 março 2011132 7 Coulisses de Bruxelles Bruxelas -
UE-Líbia: Líder dos insurrectos pede ajuda
10 março 2011PresseuropABC -
Ajuda europeia: O Leste e o Sul disputam fundos
9 março 201154 De Standaard Bruxelas -
Holanda - Omã: Encontro real privado e controverso
9 março 2011PresseuropTrouw -
Norte de África: A nova fronteira da Europa
1 março 2011189 4 La Stampa Turim -
Crise libanesa: Malta pede ajuda
28 fevereiro 2011PresseuropThe Times of Malta -
Revoluções árabes: Façam o que eu digo, não façam o que eu faço
24 fevereiro 2011352 2 Frankfurter Rundschau Frankfurt -
UE-Líbia: A “ignomínia” dos europeus
23 fevereiro 20111182 2 El País Madrid -
Revoluções árabes: O que a Europa pode realmente esperar
21 fevereiro 2011163 1 El País Madrid -
Revoluções árabes: Catherine Ashton perdeu o barco
17 fevereiro 201158 Libération Paris -
Exército: Missão holandesa não agrada aos afegãos
15 fevereiro 2011PresseuropDe Volkskrant -
Holanda - Irão: Relações diplomáticas comprometidas
8 fevereiro 2011PresseuropDe Volkskrant -
Europa - Egito: Estabilidade, o nosso maléfico fetiche
4 fevereiro 2011PresseuropDie Tageszeitung
Paraíso da eutanásia, pátria do socialismo, berço da crise da dívida… na campanha presidencial dos
republicanos americanos, a Europa aparece como o modelo a evitar a todo o custo.
De que forma nos podemos opor aos massacres na Síria? Esta questão é cada vez mais premente, mas o Ocidente, com a Europa à frente, mostra-se impotente e indeciso. Será que as condições se alteraram depois da intervenção na Líbia?
A Transnístria, região separatista da Moldávia, vai eleger o seu presidente em 11 de dezembro, num escrutínio que faz parte de um estranho acordo entre o seu protetor russo e a Alemanha, e que visa resolver um conflito que se arrasta há 20 anos.
Para o escritor italiano Antonio Scurati, a multiplicação dos investimentos chineses na Europa e da influência do capitalismo à moda chinesa na economia europeia, constituem uma ameaça à liberdade e à soberania dos europeus e ao seu modelo sociocultural.
A cimeira da Parceria oriental, projeto apoiado pela Polónia, realiza-se em Varsóvia. Mas o coração da União europeia, embrenhado na crise, estará ausente. E os países parceiros, esses, navegam algures entre a ditadura e a democracia.
Por trás do entendimento revelado pelos participantes na conferência de Paris sobre a “nova Líbia” desenrola-se uma guerra clandestina entre França, Itália e Reino Unido pela exploração dos recursos daquele país, tal como referem os jornais franceses, italianos e britânicos.
O tempo já não está para palavras: a situação no Corno de África está de tal forma que os europeus devem intervir. Começando por ajudar a reorganizar um país divido devido a décadas de guerras civis.
Um posto fronteiriço queimado, soldados da NATO intervindo para evitar uma escalada da violência: a tensão na fronteira entre o Kosovo e a Sérvia, importante centro de contrabando, voltou a explodir. Um colunista dos Países Baixos considera que a solução passa pela negociação e apoio ao comércio legal.
Na sequência da espetacular queda em desgraça de Dominique Strauss-Kahn, o Fundo Monetário Internacional está à procura de um novo presidente. Mas será que um europeu estará realmente à altura de resolver os problemas persistentes da zona euro?
No momento em que a zona euro está em risco de explodir, a Europa não deve renunciar à presidência do Fundo Monetário Internacional em proveito da Ásia ou da América Latina, considera um editorialista do Figaro, segundo o qual a ministra das Finanças francesa, Christine Lagarde, é a pessoa mais qualificada para ocupar o cargo de Dominique Strauss-Kahn.
Determinada a travar a repressão levada a cabo por Muammar Kadhafi na Líbia, a UE tem estado bem mais silenciosa no que toca à violência exercida pelo regime de Bashar al-Assad na Síria. As sanções impostas a 10 de maio não chegam para eliminar o sentimento de impotência
Os habitantes do enclave russo de Kaliningrado, situado entre a Polónia e a Lituânia, consideram-se uma “janela para a Europa” e reclamam de Moscovo uma aproximação à UE. Esperam, especialmente, a supressão dos vistos, verdadeira “cortina de ferro” que os afasta da modernidade ocidental.
Os Estados Unidos são o único país a lutar contra o terrorismo, considera o Handelsblatt. A Europa, que pretende sobretudo saber como sair do Afeganistão, deveria ter vergonha da sua passividade.
Num momento em que a crise líbia se desenrola às portas da Europa, a Alta Representante da UE para a política externa está totalmente ausente de cena. É caso para perguntar se o seu cargo ainda faz algum sentido, escreve o analista José Ignacio Torreblanca.
A França e o Reino Unido tomaram a iniciativa em relação à Líbia e ocuparam os postos-chave do Serviço Europeu para a Ação Externa, mandando às urtigas o esboço de diplomacia europeia que tem vindo a ser penosamente desenhado. A tal ponto que alguns acham que seria melhor confiar a política externa da UE diretamente a Paris e a Londres.
O principal objetivo da operação Odisseia Amanhecer – proteger os civis líbios – é justo, considera a imprensa europeia, que, no entanto, se interroga sobre os outros interesses: o petróleo, a queda de Kadhafi e a imagem de Nicolas Sarkozy.
Os europeus lideram o conflito contra o regime líbio. Mas a União Europeia está muda e impotente, submetida à vontade dos seus Estados-membros, ciosos das suas prerrogativas, e às incoerências alemãs.
O regime líbio anunciou um cessar-fogo, a 18 de março, algumas horas depois da ONU ter votado a aprovação de operações militares contra a Líbia. Esta decisão, muito possivelmente, vai facilitar uma situação que a imprensa europeia considerava arriscada, na eventualidade de uma guerra.
A chanceler alemã insiste: depois de ter semeado o pânico na zona euro, no ano passado, consegue agora transformar a catástrofe japonesa de Fukushima numa crise mundial da energia nuclear, ironiza Jean Quatremer.
No momento em que a UE prepara um programa de apoio económico e político aos países do Norte de África, certos Estados-membros insistem que a vizinhança oriental da Europa, em particular o Cáucaso, não seja esquecida.
Há 30 anos, ninguém poderia ter previsto o processo que levou os países do Pacto de Varsóvia a entrarem para a União Europeia. Agora que o mesmo acontece nas nações árabes, a UE deve oferecer-lhes a mesma oportunidade de fortalecer as suas democracias: uma proposta concreta de adesão.
Mentirosos, trapaceiros ou mesmo imorais, e frequentemente irresponsáveis. Os dirigentes europeus estão hoje mal colocados para fazer vingar os valores da UE junto dos revoltosos do mundo árabe, denuncia o Frankfurter Rundschau.
Face aos massacres cometidos pelo regime de Kadhafi na Líbia, como podem os países europeus limitar-se a fazer apelos à moderação e a preocupar-se com o afluxo de refugiados? O diário El País publica um editorial indignado.
Terrorismo, imigração, economia: para os europeus, a vaga de revoltas que agita o mundo árabe vem carregada de perigos mais ou menos reais. O jornal El País tentou separar o verdadeiro do falso.
A 16 de fevereiro, Catherine Ashton anunciou uma ajuda de 258 milhões de euros até 2013 à Tunísia. Para o Libération, foi preciso esperar pela chegada dos "embarcados" tunisinos à costa de Lampedusa para que a UE aceite finalmente dar um apoio ativo à revolução tunisina.